Início » Phantom Blade Zero solta 11 minutos de trailer e ainda quer um State of Play só para ele

Existe uma tradição bastante conhecida na indústria.
Primeiro você lança um teaser.
Depois um trailer.
Depois um trailer de gameplay.
Depois o trailer explicando o gameplay.
Depois o trailer comentado pelo diretor.
Depois o vídeo “10 coisas que você precisa saber”.
Depois o deep dive.
Depois o trailer final.
E, quando o jogo finalmente sai, você sente que já participou de metade das reuniões de desenvolvimento.
A S-GAME aparentemente olhou para essa tradição e resolveu açodar tudo.
Phantom Blade Zero acaba de receber um novo trailer estendido com aproximadamente 11 minutos, abriu oficialmente suas pré-vendas e ainda ganhou um State of Play inteiro devotado exclusivamente ao jogo, marcado para 17 de agosto, com quase 20 minutos adicionais de gameplay.
Onze minutos agora.
Mais vinte na segunda-feira.
Daqui a pouco a Sony pede seu save para continuar a apresentação.
Assista o trailer clicando aqui.
Vamos principiar pela pergunta que o jogador brasílico faz imediatamente depois de qualquer trailer bonito:
“Tá, quanto?”
A edição Standard de Phantom Blade Zero está em pré-venda por R$ 229,90 tanto no PlayStation 5 quanto no Steam brasílico. Já a Do dedo Deluxe Edition custa R$ 279,90.
Olha só.
Um lançamento grande de 2026 chegando aquém de R$ 300.
Não estou dizendo que R$ 230 virou barato.
Calma.
Não vamos permitir que a indústria descubra esta frase e coloque num relatório para investidores.
Estou dizendo somente que, diante de um mundo onde já estamos discutindo jogos de R$ 450, R$ 550 e versões Ultimate que custam aproximadamente um rim com ray tracing, o preço labareda atenção.
R$ 229,90.
Ainda é verba.
Mas pelo menos você não precisa parcelar junto com o IPTU.
A Do dedo Deluxe Edition acrescenta dois visuais exclusivos — Wulin Legend e Blood-Steel Form — além de livro de arte do dedo e trilha sonora do dedo.
Diferença:
R$ 50.
Esse é aquele valor cuidadosamente calculado para ativar o demônio que mora dentro do consumidor:
“Bom… já vou remunerar R$ 230.”
“Por mais cinquenta…”
Não.
Pare.
Esse pensamento já financiou metade das edições Deluxe da história.
Analise o teor.
Veja se quer.
Compre conscientemente.
O Rumble está tentando ajudar vocês enquanto ainda possui alguma moral depois de ter comprado caixa de colecionador porque vinha com planta de tecido.
Cá tenho uma boa notícia.
Quem fizer a pré-venda recebe entrada antecipado ao secundário Treasure Basin, que aumenta em 10% a quantidade obtida de Remnant Dust, e ao traje Legacy. Porém, a própria S-GAME deixa simples que os dois itens também podem ser obtidos normalmente durante a progressão no jogo.
Obrigado.
É logo que prefiro.
Você comprou antemão?
Pega mais cedo.
Não comprou?
Continua podendo ocupar jogando.
Não existe:
ESPADA DO DRAGÃO NEGRO EXCLUSIVA DE PRÉ-VENDA QUE DESAPARECERÁ PARA SEMPRE ÀS 23H59.
FOMO reduzido.
Cultura preservada.
O novo trailer também confirmou uma participação bastante interessante.
Donnie Yen está envolvido com Phantom Blade Zero desde 2023 porquê consultor criativo, ajudando no design de combate através de sua experiência com artes marciais e cinema de ação. Agora sabemos também que ele interpreta Mó Yuan, pai do protagonista Soul, através de conquista facial e de movimentos.
Sim.
Donnie Yen.
O varão de Ip Man.
O sujeito que entra numa sala com 14 adversários e você imediatamente começa a sentir pena dos outros 14.
Isso combina um pouco demais com Phantom Blade Zero.
E não é simplesmente:
“Colocamos uma notoriedade no pôster.”
Segundo Soulframe Liang, fundador e CEO da S-GAME, Yen colaborou diretamente com a concepção das artes marciais utilizadas no jogo.
Aí fica interessante.
Porque se existe uma espaço em que Phantom Blade Zero precisa convencer, é justamente o movimento.
Toda vez que Phantom Blade Zero aparece, metade da internet imediatamente fala:
“Sekiro.”
Eu entendo.
Punhal.
Parry.
Artes marciais.
Inimigos extremamente determinados a impedir você de chegar ao próximo checkpoint.
Mas a S-GAME vem insistindo há anos numa identidade própria que labareda de “kungfupunk”: combinação de wuxia tradicional, fantasia sombria, tecnologia estranha e uma abordagem bastante cinematográfica das artes marciais.
E o combate possui uma velocidade que às vezes parece:
Sekiro tomou três expressos.
O jogador bloqueia.
Desvia.
Troca arma.
Gira.
Corre pela parede.
Voa.
Defende dez golpes.
Contra-ataca.
E tudo aconteceu enquanto eu ainda estava procurando o botão R1.
Magnífico.
Minha coordenação motriz de 1994 está pronta.
A página solene do PlayStation agora informa que Soul terá entrada a mais de 30 armas principais e mais de 20 Phantom Edges, armas especiais obtidas de inimigos derrotados.
Trinta.
Muito bom.
Porque todo RPG de ação possui aquela maravilhosa situação:
você encontra punhal incrível;
usa durante três minutos;
abre inventário;
encontra outra com número 4 maior.
Adeus, companheira.
Nossa história foi formosa.
As Phantom Edges parecem ampliar ainda mais essa variedade e incluem equipamentos muito menos convencionais do que simplesmente outra punhal ligeiramente maior.
Canhões.
Armas mecânicas.
Dispositivos estranhos.
Coisas que um rabino tradicional de kung fu provavelmente observaria e perguntaria:
“Isso é permitido?”
Soul:
“É punk.”
Problema resolvido.
Se os 11 minutos novos ainda não bastarem, a Sony transmitirá um State of Play individual de Phantom Blade Zero na segunda-feira, 17 de agosto.
A transmissão começa às 23h no horário de Brasília e terá aproximadamente 20 minutos dedicados somente ao jogo. A apresentação será exibida nos canais oficiais do PlayStation no YouTube e Twitch.
Não teremos:
Marvel.
God of War.
Resident Evil.
Indie surpresa.
Zero.
É Phantom Blade Zero.
Vinte minutos.
Senta.
A Sony basicamente entregou a chave da sala para a S-GAME.
Isso também demonstra o tamanho da aposta em torno do projeto.
Um State of Play devotado não é exatamente um banner posto discretamente na lateral da PS Store.
É holofote.
Soulframe Liang afirma que a apresentação mostrará personagens inéditos importantes para a história e aprofundará porquê diferentes builds podem modificar a forma de jogar. O estúdio promete ainda detalhar mundo, combate, exploração e progressão, com a maior secção da apresentação composta por teor nunca mostrado antes.
Isso é justamente o que precisamos ver agora.
Porque sinceramente?
Já sabemos que o combate fica bonito em trailer.
Muito bonito.
Espetacular.
Cinematográfico.
Varão pula.
Punhal gira.
Faísca.
Sangue.
Música sobe.
Eu fico impressionado.
Ótimo.
Mas faltam respostas muito mais importantes.
Porquê o mundo funciona?
Quanto exploramos?
Porquê é a progressão?
Qual a variedade real de builds?
Porquê ficam missões?
O que acontece entre um encarregado e outro?
Existe profundidade além do combate?
São essas coisas que separam:
“trailer maravilhoso”
de:
“videogame maravilhoso”.
Entre as novas cenas destacadas pela própria S-GAME está um confronto sobre uma carroça em subida velocidade, além de combates contra antigos companheiros de Soul, porquê uma personagem chamada The Hunt.
Ou seja, aparentemente nem estrada oferece segurança.
Imagino o motorista:
“Senhores, poderíamos fazer essa luta FORA do veículo?”
Não.
Wuxia.
A cena ajuda a mostrar justamente essa intenção cinematográfica do projeto.
Phantom Blade Zero não quer somente colocar dois personagens dentro de uma redondel circunvalar esperando a barra de vida comparecer.
Quer movimento.
Cenário.
Coreografia.
Transição.
Aquela sensação de filme de artes marciais onde uma luta começa numa cozinha e termina no telhado de outro prédio.
Donnie Yen provavelmente olha e fala:
“Mais rápido.”
Animador começa a chorar.
Durante muito tempo sabíamos principalmente a premissa.
Soul é um celerado ligado à organização conhecida porquê The Order. Ele é culpado pelo homicídio de seu rabino, fica gravemente ferido e recebe de um curandeiro uma solução temporária que lhe deixa somente 66 dias de vida. Agora precisa desenredar quem o incriminou e desvendar uma conspiração que prenúncio o mundo marcial.
Boa premissa.
Relógio correndo.
Conspiração.
Vingança.
Varão com punhal.
Funciona.
Mas durante anos a S-GAME mostrou muito mais luta do que narrativa.
Agora, com Mó Yuan revelado porquê pai de Soul e novos personagens prometidos para o State of Play, parece que finalmente estamos entrando naquela período em que a campanha deixa de ser:
“HOMEM MUITO BRAVO CORTA 38 PESSOAS.”
Ainda teremos isso.
Espero.
Mas com contexto.
Cá precisamos emendar qualquer calendário macróbio.
Phantom Blade Zero estava anteriormente marcado para 9 de setembro de 2026.
Em junho, a S-GAME adiou o lançamento em 50 dias.
A novidade data solene é 29 de outubro de 2026.
O estúdio explicou que decidiu usar esse tempo suplementar para melhorar modelos de personagens, reconstruir ambientes, refinar apresentação e realizar outros ajustes antes da estreia. A intenção, segundo Soulframe Liang, era entregar essas melhorias no lançamento em vez de empurrá-las para patches posteriores.
Rumble aprova.
Sempre vou preferir:
“adiamos 50 dias e corrigimos”
a:
“lançamos hoje e temos roadmap de correções até março”.
Só façam valer.
Ao justificar o procrastinação, Liang também disse que a equipe trabalhou para preservar o supremo provável do impacto visual mesmo sem depender de ray tracing, embora a tecnologia continue podendo melhorar os gráficos quando disponível.
Isso é uma frase que agrada particularmente ao velho PC gamer.
Porque começou uma tendência preocupante:
“Nosso jogo fica maravilhoso.”
“Lícito.”
“Porquê?”
“Ray tracing.”
“E desligado?”
“Preferimos não comentar.”
Não.
O jogo-base precisa parecer bom.
RT deve acrescer.
Não servir porquê aparelho respiratório visual.
Se a S-GAME realmente entregar isso, ótimo.
Minha GPU agradece com o pouco de pundonor que ainda possui.
Apesar do envolvimento enorme da Sony no marketing, Phantom Blade Zero não é lançamento somente de PS5.
O jogo também está em pré-venda no Steam, com lançamento programado para o mesmo período e preço brasílico de R$ 229,90 na edição Standard e R$ 279,90 na Deluxe.
A página do Steam pode exibir 28 de outubro dependendo da região por desculpa do horário global de desbloqueio, enquanto PlayStation e notícia solene usam 29 de outubro de 2026 porquê data de lançamento.
Portanto não começou uma guerra temporal.
Não existe versão secreta saindo um dia antes.
É fuso horário.
Calma.
O jogo utiliza Unreal Engine 5.
Em 2026 isso é quase equivalente a expressar que um sege utiliza pneus.
Mas Phantom Blade Zero labareda atenção porque a direção visual não parece aquela Unreal genérica em que você troca protagonista e consegue vender porquê outro jogo.
A arquitetura chinesa.
Os figurinos.
As armas.
Os elementos mecânicos.
A chuva.
As florestas.
As estruturas decadentes.
Existe uma identidade muito definida.
É exatamente o que eu quero ver quando 75% da indústria está usando a mesma tecnologia.
Engine é instrumento.
Personalidade continua precisando vir do estúdio.
Senão daqui a pouco todo mundo mora na mesma floresta de Nanite.
Outro ponto que vai continuar gerando guerra nos comentários.
Phantom Blade Zero possui elementos que lembram Souls.
Impossível negar.
Mas o foco promocional da S-GAME está muito mais em action RPG cinematográfico, com combos fluidos, arsenal grande e estilos de combate inspirados em artes marciais. A própria página solene enfatiza movimentos fáceis de aprender, mas com profundidade para dominar.
Inclusive, a listagem do PS5 confirma dificuldade ajustável, permitindo reduzir o duelo através de níveis predefinidos.
Pronto.
Já consigo ouvir o glosa chegando.
“ENTÃO NÃO É SOULS.”
Colega.
Está tudo muito.
Existiam jogos de ação difíceis antes de Dark Souls.
Eu estava lá.
Nós tínhamos cabelo.
Essa informação merece um minuto.
O PS5 lista explicitamente:
Adjustable Difficulty.
Preparem-se.
Thumbnail:
😱 PHANTOM BLADE ZERO TEM EASY MODE?!
Vídeo 1:
“Isso destrói a visão dos desenvolvedores?”
Vídeo 2:
“Por que acessibilidade NÃO É dificuldade.”
Vídeo 3:
“Jogadores CASUAIS estão destruindo jogos?”
Vídeo 4:
“Eu terminei no supremo usando banana porquê controle.”
Trinta horas de teor.
Publicidade paga.
Algoritmo feliz.
Enquanto isso, uma pessoa normal:
“Lícito, vou escolher Normal.”
E joga.
Estranho comportamento.
As mais de 30 armas principais e mais de 20 Phantom Edges podem ser principalmente importantes porque o sistema promete transições rápidas entre estilos.
Se isso realmente funcionar dentro do combate, podemos ter um pouco mais próximo daquele prazer de um Devil May Cry de:
“não preciso somente vencer; quero vencer bonito”.
Existe diferença.
Souls normalmente pergunta:
“Você sobreviveu?”
Jogo de ação estiloso pergunta:
“Você sobreviveu… mas precisava ter feito desse jeito mal-parecido?”
Honra também possui barra.
Phantom Blade Zero parece caminhar nessa direção.
E eu sabor.
Quando anunciaram a sentença kungfupunk, confesso que meu primeiro pensamento foi:
“Departamento de marketing trabalhou até tarde.”
Mas visualmente ela começa a fazer sentido.
A S-GAME mistura estética wuxia com próteses mecânicas, mecanismos impossíveis, armas tradicionais e elementos de fantasia sombria.
É familiar e estranho ao mesmo tempo.
Você reconhece:
katana — não, punhal chinesa;
templo;
rabino;
celerado;
arte marcial.
Aí aparece um sujeito com braço mecânico terrível, uma máquina gigantesca ou alguma arma que claramente não passou pela fiscalização histórica.
Pronto.
Kungfupunk.
Aceito.
Só não criem blockchainwuxia.
Esse State of Play é provavelmente mais importante do que parece.
Porque Phantom Blade Zero já venceu a primeira guerra:
invocar atenção.
Desde a apresentação inicial em 2023, cada novo vídeo conseguiu gerar conversa principalmente graças à velocidade e coreografia do combate. O projeto agora chega à pré-venda com data marcada para outubro.
Agora começa outra lanço.
Convencer que existe um grande jogo por trás do espetáculo.
Não basta encarregado bonito.
Não basta parry.
Não basta faísca.
Quero ver:
exploração;
estrutura;
progressão;
builds;
NPCs;
planta;
ritmo;
atividades;
o que fazemos nos dez minutos entre duas lutas espetaculares.
Porque trailer vende o golpe.
Videogame precisa vender as horas entre os golpes.
O velho Rumble tenta manter a sobrolho levantada.
É obrigação profissional.
Já vi trailer maravilhoso virar jogo mediano.
Já vi demo perfeita esconder campanha vazia.
Já vi desenvolvedor prometer revolução e entregar patch 1.03.
Portanto zero de premiar Phantom Blade Zero antes de 29 de outubro.
Mas também não vou fingir que aquilo não está bonito.
Está.
Muito.
Donnie Yen colaborando no combate.
Mais de 50 opções somando armas principais e Phantom Edges.
Unreal Engine 5.
Wuxia.
Kung fu.
Conspiração.
Sessenta e seis dias para viver.
Combate parecendo que alguém colocou Crouching Tiger, Hidden Dragon em velocidade 1,75x.
Tem meus olhos.
Agora falta lucrar minhas mãos.
O State of Play devotado acontece em 17 de agosto, às 23h no horário de Brasília, e terá quase vinte minutos. A S-GAME promete aprofundar personagens, exploração, combate e builds, com bastante material inédito.
É exatamente aquilo que precisamos neste momento.
A pré-venda já começou.
Standard:
R$ 229,90.
Deluxe:
R$ 279,90.
Lançamento solene:
29 de outubro de 2026.
PS5 e PC.
Pronto.
Agora não falta marketing.
Definitivamente não falta marketing.
Temos onze minutos hoje.
Quase vinte segunda-feira.
Provavelmente mais trailer em setembro.
Trailer de lançamento em outubro.
Vídeo sobre armas.
Vídeo sobre Donnie Yen.
Vídeo sobre história.
Vídeo mostrando porquê fizeram o vídeo.
Se continuarem assim, no dia 29 eu só vou precisar restringir:
“Continuar do minuto 47.”
Mas tudo muito.
Phantom Blade Zero finalmente entrou naquela período boa do desenvolvimento.
Não estamos mais perguntando:
“Será que esse negócio existe mesmo?”
Agora perguntamos:
“Tá, mas ele é tão bom quanto parece?”
Essa é uma pergunta muito melhor.
E segunda-feira a S-GAME terá quase vinte minutos para responder.
Só façam um obséquio ao velho Rumble:
não mostrem o encarregado final.
A indústria ainda precisa aprender que spoiler não vira feature só porque está em 4K.

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