PolyZ é o DayZ low poly que vai te deixar em choque

PolyZ é o DayZ low poly que vai te deixar em choque

4 minutos 11/10/2025

O “DayZ low poly” da quebrada chegou, e a gente foi ver se esse corre da SGS tem mesmo potencial ou se é cilada, Bino.

E aí, sobrevivente do apocalipse, tranquilo? Cá quem fala é o Spider, e hoje eu vou te narrar o que rolou quando eu colei pra jogar o tal do PolyZ, da SGS, aquele game que tá em Aproximação Antecipado na Steam e promete misturar o caos de DayZ com o estresse tático de Escape from Tarkov — só que com visual low poly, que é tipo o “modo ligeiro” do término do mundo.

Já adianto: o bagulho é bruto. É míngua, sede, projéctil perdida e zumbi te olhando torto no meio do mato.

O cenário: caos, contaminação e projéctil comendo solta

A história do PolyZ é simples, mas eficiente. A paragem se passa numa ilhota trancada pela quarentena — tipo quando o mundo resolveu “dar um tempo” e deixar os zumbis tomarem conta. Tu entra lá pra sobreviver, fazer loot e desenredar o que rolou com a galera.

Mas esquece cutscene formosa e dublagem hollywoodiana. Cá é sobrevivência na marra. Tu aprende a história pelo envolvente — ruínas, laboratórios, corpos largados e aquelas anotações que tu acha no soalho, tipo “o governo escondeu tudo”. É o tipo de jogo que deixa o caos falar por si.

E, sinceramente, isso é o que dá o charme. Tu não tá ali pra ser herói. Tá pra não morrer com míngua enquanto te caçam.

O gameplay: mano, é cada susto que eu levei…

O coração do PolyZ é o sistema de sobrevivência. Tu sente sede, sente míngua, se machuca, fica tonto — tudo influencia o teu desempenho. Levou tiro na perna? Já era passar. Cortou o braço? Mira treme igual controle sem bateria.

E isso é bom, véi. Porque te obriga a jogar pensando, não só metendo projéctil. Não é aquele jogo que tu sai correndo que nem doido e sobrevive. Cá, se tu fizer estrondo, os zumbis te ouvem. E se te ouvem… esquece.

Agora, o sistema de crafting e construção de base é daora também. Tu pode montar abrigo, substanciar parede, fazer embuste… tudo no esquema sobrevivente raiz. Não é super multíplice, mas já dá pra sentir que o jogo tem um fundamento firme pra evoluir.

A movimentação é fluida — dá pra escalar, pular travanca, rastejar. É tipo o parkour do desespero.
E quando a noite cai, fi… o jogo vira um filme de terror.

O breu é totalidade, e o som dos zumbis vem de longe. Tu voto que tá tranquilo, e do zero aparece um correndo igual doente mental gritando que nem sirene.

PvP e PvE: é tu, os zumbis e o mano que quer te lootar

O PolyZ mistura PvE (zumbis) e PvP (outros jogadores). Isso quer manifestar que mesmo se tu sobreviver aos mortos, sempre vai ter um espertinho querendo te pegar de surpresa pra roubar teu loot.

Mano, as primeiras vezes que eu morri nem foram pros zumbis — foi pra player camper safado escondido num galpão. Mas faz segmento, né? Faz segmento do charme e da raiva.

A tensão é jacente. E, tipo, quando tu acha uma arma boa e vê que só tem 5 balas, tu começa a pensar igual sobrevivente real:

“Será que vale a pena atirar? Será que dá pra passar?”

O que a galera tá dizendo

No Steam, o jogo tá com reviews mistas — uns amam, outros tão bravos. Os elogios vão pro clima tenso, pro sistema de crafting e pro visual ligeiro que roda até em torradeira gamer. O povo curte a mergulho e o potencial de evolução.

Mas tem uns vacilos também:

  • Bug aparece mais do que zumbi.

  • Otimização ainda não tá 100%.

  • E o PvP às vezes é injusto, tipo “atirei primeiro e morri igual”.

Um rosto no Steam mandou assim:

“O jogo é mal-parecido, mas é recreativo pra krl. Me senti no DayZ da quebrada.”

Outro disse:

“Se melhorar a performance e juntar mais eventos, vira vício fácil.”

E é isso mesmo, mano. O jogo ainda é meio cru, mas tem espírito. Tu sente que os devs tão tentando entregar um tanto de verdade, não só reproduzir o hype.

O veredito do Spider

Mano… o PolyZ tem potencial, de verdade. Não é perfeito, mas tem coração — e pra um game de sobrevivência, isso vale ouro.

É aquele tipo de jogo que tu joga no estresse, sofre, morre, xinga, e 10 minutos depois tá abrindo o jogo de novo. Porque tu pensa: “agora vai”.

O visual low poly até ajuda, porque tira o peso do realismo e deixa o foco no gameplay bruto.
Se a SGS continuar atualizando e ouvindo a comunidade, esse bagulho pode virar um clássico cult dos sobreviventes da quebrada.

Resumo da paragem: PolyZ é tipo aquele brother que ainda tá aprendendo, mas tem talento pra virar mito. É bruto, honesto e pleno de momentos que te fazem gritar “não acredito que morri assim!”. E quando o jogo te faz sentir isso, é porque alguma coisa ele tá acertando.

Fica ligado cá no GameHall, porque em breve a gente traz a estudo completa, com tudo testado no limite — do zumbi mais idiota ao camper mais maldito.

Fonte

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