Prêmio eSports Brasil 2025 consagra MT7 e celebra o cenário

Prêmio eSports Brasil 2025 consagra MT7 e celebra o cenário

5 minutos 19/12/2025

Prêmio eSports Brasil 2025: quando o esports brasílico olha no espelho e fala “é, a gente virou gigante”!

Mano… vou ser sincero: quem ainda trata esports porquê “coisa de moçoilo” precisa dar uma passada no Memorial da América Latina e ver o que foi a nona edição do Prêmio eSports Brasil (PeB). Porque o que rolou ali não foi só tapete vermelho, troféu bonito e oração emocionado. Foi indústria, foi história, foi peso cultural.

A noite do dia 18 de dezembro de 2025 cravou, sem discussão, que o Brasil não é só consumidor de games competitivos. O Brasil é produtor de talento, orientador de ídolos, potência mundial em vários títulos. E o PeB fez exatamente o que precisava: colocou isso tudo num palco só, com luz neon, estética cyberpunk e muita representatividade.

MT7: o face virou o “player do ano” e ninguém discute

Se tivesse que somar a noite em um nome, seria MT7. O varão simplesmente saiu do evento com três troféus debaixo do braço:

E cá não é excesso: o MT7 virou o símbolo do desportista completo. Não é só mecânica, não é só highlight, não é só título. É consistência, carisma, conexão com a torcida e impacto real dentro e fora do servidor.

Free Fire, gostem ou não, é um dos maiores pilares do esports latino-americano. E o MT7 domina esse território porquê poucos. Ele representa aquela geração que cresceu jogando competitivo já pensando em curso, contrato, treino, mental e marca pessoal. O face não ganhou só porque jogou muito — ganhou porque é referência.

Angeliss e Paulinho o Loko: dois caminhos diferentes, mesma influência absurda

Outro ponto fortíssimo do PeB 2025 foi mostrar que o esports não é uma estrada única.

A Angeliss, por exemplo, venceu duas categorias no Cenário Inclusivo:

Isso cá é gigante. Porque não é prêmio de consolação, não é “categoria simbólica”. É reconhecimento real de performance, dedicação e impacto num espaço que historicamente foi fechado pra muita gente.

Angeliss representa uma mudança estrutural: o cenário está ficando mais plural, mais alcançável e mais justo. Ainda não é perfeito, mas o PeB jogou luz onde precisa.

Já o Paulinho o Loko… irmão, esse aí é fenômeno cultural. Pelo segundo ano seguido porquê Melhor Streamer, e ainda levando Melhor Creator Long Form. Isso prova uma coisa simples: streamer hoje não é só quem liga live. É quem constrói narrativa, fideliza comunidade e segura audiência por horas.

Paulinho virou uma marca. E o PeB reconheceu isso.

O evento: cyberpunk, palco de verdade e transmissão nível mundial

Vamos falar do evento em si, porque foi produção pesada.

A estética cyberpunk não foi só enfeite. Ela simboliza exatamente o que o esports é hoje: tecnologia, horizonte, do dedo, urbano, competitivo. O Memorial da América Latina virou um hub de cultura gamer naquela noite.

Nyvi Estephan, que já é praticamente patrimônio histórico do PeB, segurou a apresentação com a experiência de quem entende o público. Já o Eduardo Sterblitch trouxe aquele caos controlado, improviso e humor que impediram a cerimônia de virar um pouco engessado.

A transmissão foi multiplataforma, porquê tem que ser: SporTV, YouTube, Twitch, Instagram, Player1… Quem quis ver, assistiu. Quem quis comentar, comentou. Quem quis clipar, clipou.

Isso é mentalidade moderna de evento.

Música, cultura urbana e identidade gamer andando juntas

Outro acerto gigantesco foi não tratar o esports porquê um pouco solitário do resto da cultura.

MC Hariel, Marvvila, MC Marks… Guerra da Lugarejo… Cia Sacro…

Isso não é aleatório. Isso é entendimento de público. Gamer brasílico consome rap, funk, freestyle, cultura urbana. E o PeB não tentou “embelezar” isso — abraçou de vez.

A Guerra da Lugarejo no palco foi simbólica: improviso, competição, saudação e rivalidade. Exatamente porquê o esports.

Os vencedores mostram a volubilidade absurda do cenário

Quando você olha a lista de premiados, percebe o tamanho da coisa:

  • KSCERATO no CS

  • Aspas no Valorant

  • Cyber no Rainbow Six

  • Tatu no LoL

  • Juninho no futebol virtual

  • Yuz representando os fighting games

  • FURIA levando Organização do Ano e Line-up do Ano

  • CS2 porquê Melhor Jogo de eSports

Isso cá é um planta completo do cenário competitivo brasílico. Do mobile ao FPS, do console ao PC, do casual ao hardcore.

Não é um jogo só. Não é uma bolha. É um ecossistema inteiro funcionando.

Casters, técnicos e bastidores também importam (e finalmente são reconhecidos)

Um pormenor que eu, Spider, valorizo muito: o PeB não esqueceu de quem não aparece no highlight.

Sem esses caras, o espetáculo não acontece. Esports não vive só de jogador. Vive de quem analisa, comunica, treina e constrói estratégia.

Esse reconhecimento ajuda a profissionalizar ainda mais o mercado.

Marcas, governo e numerário: o esports virou negócio sério

Sete marcas parceiras. Base do Ministério do Esporte. Isso cá é marco histórico.

BETANO, Petrobras, Epic Games, JBL, KaBuM!, Sandisk, PlayStation… nenhuma dessas empresas entra num evento só por hype. Elas entram porque tem retorno, tem público, tem horizonte.

A Petrobras, por exemplo, se aproximando do gamer jovem? Estratégia pura. Epic levando Fortnite pro palco? Marketing cirúrgico. PlayStation assinando look da apresentadora? Branding inteligente.

Isso mostra que o esports brasílico não é mais promessa. É mercado consolidado.

O PeB 2025 deixa um recado simples

O Prêmio eSports Brasil 2025 foi mais do que uma celebração. Foi uma enunciação solene:

👉 O esports brasílico amadureceu.
👉 Criou ídolos.
👉 Criou narrativas.
👉 Criou economia.
👉 Criou cultura.

Quem vive isso desde o prelúdios sabe o quanto foi difícil chegar cá. LAN sem ar-condicionado, campeonato sem prêmio, streamer sem contrato, jogador sem escora.

Hoje? Memorial lotado, transmissão vernáculo, marcas gigantes, governo presente.

E isso, tropinha… isso não é sorte. É trabalho coletivo.

O PeB 2025 não foi o termo da jornada. Foi mais um checkpoint dizendo: o jogo continua, mas agora em outro nível.

Confira a lista COMPLETA de vencedores:

Desportista de eSports do ano (técnica)
MT7

Desportista do ano – cenario inclusivo (técnica)
Angeliss

Personalidade do Ano (semipopular)
amd22k

Craque BETANO da Galera (popular)
MT7

Melhor Streamer (popular)
Paulinho o Loko

Melhor Desportista de Counter-Strike (semipopular)
KSCERATO

Melhor Desportista de Fortnite (semipopular)
Stryker

Melhor Desportista de Free Fire (semipopular)
MT7

Melhor Desportista de Futebol Virtual (semipopular)
Juninho

Melhor Desportista de Mobile Games (semipopular)
Edinho

Melhor Desportista de League of Legends (semipopular)
Tatu

Melhor Desportista de Rainbow Six Siege (semipopular)
Cyber

Melhor Desportista de Valorant (semipopular)
Aspas

Melhor Desportista de Counter-Strike – Cenário Inclusivo (semipopular)
Bizinha

Melhor Desportista de Valorant – Cenário Inclusivo (semipopular)
Daiki

Melhor Organização de eSports (semipopular)
FURIA

Melhor Jogo de eSports (semipopular)
CS2

Melhor Line-up (semipopular)
FURIA – CS2

Melhor Creator – Short Form (popular)
El Gato

Melhor Creator – Long Form (popular)
Paulinho o Loko

Melhor Desportista de Fighting Games (semipopular)
Yuz

Melhor Desportista de Outras Modalidades (semipopular)
Lostt

Desportista Revelação – Cenário Inclusivo (semipopular)
Dani

Desportista Revelação (semipopular)
Ayu

Melhor Comentarista de eSports (semipopular)
Spacca

Melhor Caster (semipopular)
xrm

Streamer Revelação (semipopular)
Bisteconee

Melhor Desportista de Outras Modalidades – Cenário Inclusivo (semipopular)
Angeliss

Melhor Técnico(a) (técnica)
napz

Fonte

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