Início » Quartet é puro amor em forma de RPG clássico moderno

por Magali “Pixel” Susana, que ainda está chorando por culpa da trilha sonora enquanto abraça o controle e repete “é só um joguinho, é só um joguinho” (pataratice, não é só um joguinho).
Sabe quando você joga um pouco que parece ter saído direto de um cartucho dos anos 90, mas com o cheirinho gostoso de RPG moderno? 💾💕
Pois é. Esse é Quartet, da Something Classic Games LLC, um RPG indie que parece ter sido feito mormente pra quem sente falta da quadra em que o pixel art contava histórias maiores que o mundo — mas que agora tem internet pra chorar e compartilhar teorias no Reddit.
E, olha… eu não tava preparada pra gostar tanto assim.
Quartet começa com um truque que me pegou direitinho: quatro histórias separadas.
Cada uma com seu protagonista, seu drama e seu pedacinho de mundo.
Um soldado questionando ordens injustas, uma maga tentando entender seu poder, uma vendedora cuidando da mãe doente, e um cozinheiro com mais segredos do que temperos. 🍲✨
No início, eu pensei: “ai, que bagunça adorável”.
Mas o jogo, com uma paciência de rabi, vai tecendo tudo. Devagarinho, as tramas se cruzam, as vidas se chocam e — de repente — você percebe que não são quatro heróis isolados… são oito, lutando contra o mesmo rumo.
E o mais mágico? Zero parece forçado. Tudo acontece porquê se o rumo tivesse o roteiro pronto, e a gente só estivesse ali, acompanhando o balé do contingência. 🩰
Nos reviews do Steam, muita gente descreve isso porquê “o JRPG que mais lembra Chrono Trigger sem ser uma transcrição” — e é verdade! Ele tem aquela mistura de façanha, melancolia e humor que faz o coração da gente liquidificar igual manteiga no pão quente. 🧈
Se você cresceu jogando RPGs clássicos de vez, vai se sentir em morada. Mas Quartet tem truques próprios — e eu amei isso.
Você controla oito personagens, mas só pode usar quatro por vez.
“Ah, mas e os outros quatro?” — calma, eles não ficam parados.
Eles se recuperam na suplente, e você pode trocar em tempo real sem perder o vez. Isso dá um ritmo maravilhoso às batalhas — parece um joguinho de xadrez com emoções e fogos de artifício. 🎇
E tem mais:
Cada personagem é realmente útil — não tem ninguém ali só pra preencher espaço.
O sistema de AP (aquele “mana da vida”) faz você pensar antes de agir, mas nunca limita sua diversão.
As habilidades brilham em tela, cada efeito mágico tem um charme próprio — sério, eu parei pra presenciar animações de ataque várias vezes. ✨
O melhor? Não tem encontro aleatório liso! Os inimigos estão no planta, você vê, decide se enfrenta ou corre pra tomar moca. ☕
Cada história te leva pra um pedacinho dissemelhante do mundo: cidades industriais, desertos mágicos, florestas com clarão de fadas.
E tudo é pintado com pixel art tão linda que parece bordada à mão por uma avó gamer. 💕
Mas o mais lítico é que cada lugar tem psique própria.
A música muda, os NPCs falam de forma dissemelhante, e o visual de cada esquina é uma pequena obra de arte.
A trilha sonora — ai, gente, que coisa linda! 🎶
Ela mistura piano suave com batidas orquestrais e melodias que grudam na psique. Tem quem diga que é uma das melhores OSTs indies do ano, e eu assino embaixo com glitter. 🌟
Mais pro término do jogo, você ganha um dirigível pra explorar o planta. E eu lucro: quando o tema do dirigível começou a tocar, eu larguei o teclado e fiquei só ouvindo, tipo protagonista de anime olhando pro horizonte.
A média das avaliações no Steam é Extremamente Positiva, com mais de 90% de reviews elogiando o jogo. 🥰
Entre as frases que mais aparecem:
“Um amplexo em forma de JRPG.”
“Chrono Trigger vibes, mas com identidade própria.”
“Um indie que entende o que é descrever histórias com psique.”
Eu palato muito de porquê Quartet não tenta reinventar a roda — ele só deixa ela mais formosa e funcional.
Mas, simples, nem tudo é perfeitinho.
Mas sabe o que é engraçado? Mesmo com esses defeitinhos, Quartet tem um pouco que poucos jogos têm hoje: coração. Você sente o paixão da equipe em cada pormenor.
E é isso mesmo. Quartet é nostálgico, mas não preguiçoso. Ele respeita o pretérito, mas tem coragem de fazer dissemelhante. Quartet é porquê um sonho em 16 bits que você não quer estipular. Ele é um lembrete de por que a gente patroa RPGs: não pelos gráficos, mas pelas histórias que tocam, pelas músicas que grudam, e pelos personagens que viram nossos amigos imaginários. Eu fiquei rindo, chorei (simples), e quando terminei, fiquei olhando pra tela pensando “ai, acabou?”. Mas o mais bonito é que Quartet não quer ser um heróico… ele quer ser humano. E, sinceramente, conseguiu. 🌷 Um RPG que não só revive o pretérito, mas o reencanta.

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