Resident Evil 4 Remake quase começou com Ashley jogável

Resident Evil 4 Remake quase começou com Ashley jogável

3 minutos 05/01/2026

💔🧠 Resident Evil 4 Remake quase começou com a Ashley jogável — e eu ainda não superei isso 🧠💔

Amigues… senta cá. Pega um chazinho, um spray de ervas (ou uma grama verdejante mesmo 🌿) porque essa informação dói no coração gamer sensível da Magali. Descobrimos que o Resident Evil 4 Remake quase teve um Capítulo 0 totalmente dissemelhante — e nele, a gente jogaria com a Ashley antes do sequestro.

Sim.
A ASHLEY.
SOZINHA.
NA FLORESTA.
À NOITE.

Capcom… por quê? 😭

🌲 O tal “Capítulo 0” que nunca vimos (mas que agora nos persegue)

Segundo mineração de dados (aquela fofoca tecnológica chique), a Capcom chegou a desenvolver um capítulo introdutório completo chamado “Capítulo 0”, que serviria uma vez que sinceridade do jogo.

Nele, os jogadores controlariam Ashley Graham, completamente sozinha, caminhando por uma floresta escura enquanto testemunhava um ritual dos Los Illuminados. E sim, isso não é fanfic: esse ritual aparece rapidinho em um trailer de história lançado em outubro de 2022. Ou seja… isso EXISTIU.

O responsável por juntar essas peças foi o YouTuber Thekempy, que usou arquivos internos do jogo para reconstruir uma vez que esse início poderia ter sido. E quanto mais você lê, mais dói. Porque era uma teoria MUITO boa.

📱 Terror à tendência antiga: lanterna, celular e desespero

Depois da floresta, Ashley seguiria para o vilarejo, tentando se orientar usando a luz do celular (já me deu sofreguidão cá). A gameplay seria focada em:

E uma vez que se não bastasse, ela ainda presenciaria o sequestro de Luis Serra. Ou seja, o jogo começaria já dizendo: “oi, isso cá vai ser traumático”.

Eu imagino facilmente alguma coisa no estilo:

É o tipo de início que ia grudar na cabeça da gente por semanas.

🧩 Mas se foi desassociado… por quê?

Curiosamente, não existem cutscenes completas desse capítulo nos arquivos. Mas existem:

Tudo isso indica que o capítulo estava muito avançado no desenvolvimento.

A teoria do Thekempy (e que faz sentido) é que a Capcom decidiu trinchar o teor por questão de ritmo.
Finalmente, Resident Evil 4 é famoso por:

  • ação ordenado

  • tensão misturada com combate

  • Leon atirando, chutando e resolvendo problemas à base de projéctil

Estrear com um capítulo furtivo, lento e focado em fuga talvez quebrasse essa identidade logo de faceta.

Entendo? Entendo.
Aceito? NÃO. 😭

💭 Ashley jogável: oportunidade perdida ou escolha sábia?

Cá entra a Magali fã questionadora™:

✨ Por um lado:

  • dar mais profundidade à Ashley

  • fazer o jogador gerar empatia antes do sequestro

  • substanciar o terror psicológico

✨ Por outro:

  • poderia frustrar quem queria “ação RE4 raiz” desde o minuto 1

  • poderia alongar jogadores menos pacientes

  • talvez deixasse o início lento demais

Mesmo assim… confesso: eu jogaria FÁCIL. E ainda ficaria pedindo DLC depois.

🧟‍♂️ E o porvir da franquia?

Enquanto a gente chora pelo que não foi, a Capcom segue em frente. O próximo capítulo da franquia é Resident Evil Requiem, que:

  • traz o retorno de Leon S. Kennedy

  • apresenta a novata Grace Ashcroft

  • leva a série de volta à Raccoon City

  • e permitirá controlar mais de um personagem

👀 Coincidência? Talvez não.

Resident Evil Requiem chega em 27 de fevereiro para:

  • PC

  • PlayStation 5

  • Switch 2

  • Xbox Series

E quem sabe… QUEM SABE… a teoria da Ashley jogável não renasce em outro formato no porvir?

🖤 Desenlace emocional da Magali

Saber que quase começamos o Resident Evil 4 Remake pelos olhos da Ashley muda tudo. Não estraga o jogo — que é incrível — mas deixa aquela sensação agridoce de “podia ter sido ainda mais próprio”.

É aquele tipo de informação que:

Agora me dá licença que eu vou permanecer imaginando essa versão opção do jogo enquanto amplexo um controle e encaro o vazio existencial gamer. 🥲🖤

Fonte

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