Sayonara Wild Hearts vira mais elogiado de 2025 no PS Plus

Sayonara Wild Hearts vira mais elogiado de 2025 no PS Plus

3 minutos 28/12/2025

Preparem o psicológico, porque hoje a gente vai falar de um jogo que não liga pra ray tracing, não pede SSD NVMe de 7GB/s, não tem planta gigante inútil — e mesmo assim está sendo chamado por muita gente de o melhor jogo de 2025.

Sim, senta aí.

Jogo “gratuito” do PlayStation Plus vira queridinho inteiro de 2025

Enquanto metade da indústria ainda acha que “experiência premium” é sinônimo de planta inflado + árvore de habilidades inútil + 80 horas de filler, Sayonara Wild Hearts aparece no PlayStation Plus e basicamente dá um tapa técnico e artístico na face de todo mundo.

Disponível nos planos Extra e Premium, rodando tanto no PS4 quanto no PS5, o jogo — lançado originalmente lá em 2019 — está sendo descrito por assinantes uma vez que:

“O melhor jogo que joguei neste ano.”

E não, isso não veio de release corporativo.
Veio de jogador real, em fórum real, depois de jogar alguma coisa que não tenta ser maior do que precisa.

“Mas é pequeno” — sim, e graças a Deus

Vamos alinhar expectativas técnicas, porque cá é RumbleTech, não sessão de autoajuda gamer.

Sayonara Wild Hearts dura murado de 2 horas.
E isso não é defeito. Isso é engenharia de experiência.

Ele não desperdiça:

  • tempo

  • mecânica

  • trilha

  • atenção do jogador

É um jogo de ação rítmica, com estrutura quase de álbum músico jogável, onde cada temporada é sincronizada milimetricamente com a trilha sonora.

Zero sobra. Zero falta.
O oposto de 90% dos jogos “AAA” que você abandona na metade.

Estilo > força bruta de hardware

Tecnicamente falando, o jogo não faz zero “impossível”.
Mas faz tudo do jeito notório:

  • Direção de arte estilizada

  • Paleta de cores agressiva

  • Câmera dinâmica

  • Animações precisas

  • Trilha sonora integrada à jogabilidade

O resultado é aquele tipo de experiência que você termina e pensa:

“Uma vez que isso roda tão muito sem precisar de zero sem razão?”

Resposta curta: design competente.

Desenvolvedora indie, realização de gente grande

O jogo foi desenvolvido pela Simogo e publicado pela Annapurna Interactive, aquela publisher que parece ter alergia a jogo genérico.

No lançamento original, o jogo:

Agora, em 2025, ele só fez o que sempre fez:
👉 encontrou o público notório no momento notório.

Importante: NÃO é individual de PlayStation 👀

Cá vai o momento educativo, porque marketing adora fingir que jogo nasce num console só.

Sayonara Wild Hearts também está disponível em:

  • PC (Steam)

  • Nintendo Switch

  • Xbox One

  • Xbox Series X|S

  • iOS (Apple Arcade)

Ou seja:
Se você gostou no PlayStation Plus, não é “milagre do serviço”.
É um jogo bom em qualquer plataforma decente.

O Plus só fez o vital: expor o jogo.

“Gratuito” agora… mas por tempo restringido

Cá entra o alerta técnico-administrativo:

O jogo vai transpor do catálogo do PlayStation Plus em janeiro de 2026.

Isso já fez muita gente:

Na PlayStation Store, ele custa murado de R$ 72, mas frequentemente aparece por R$ 36 em promoções.

E, honestamente?
Pra quem gosta de jogo autoral, é preço justo.

Por que isso incomoda tanto a indústria?

Porque Sayonara Wild Hearts prova alguma coisa que muita publisher odeia consentir:

👉 Você não precisa de orçamento obsceno pra marcar o jogador.
👉 Você precisa de teoria, ritmo e saudação pelo tempo de quem joga.

Enquanto isso, tem jogo caríssimo aí:

Mensagem do Master Racer 🏁

Se Sayonara Wild Hearts é indicado uma vez que o melhor jogo de 2025 por tanta gente, o recado é simples:

Tecnologia não substitui bom design.
Gráfico não salva jogo vazio.
E duração não define impacto.

Às vezes, tudo que você precisa é:

Agora, se me dá licença, vou ali jogar alguma coisa que respeita meu tempo — coisa rara em 2025. 🎧🎮

Fonte

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