Sindicatos querem CEO da Ubisoft fora do cargo – Entenda!  – Combo…

Sindicatos querem CEO da Ubisoft fora do cargo – Entenda! – Combo…

2 minutos 04/02/2026

Movimento sindical pressiona pela saída do CEO da Ubisoft

Grandes editoras raramente expõem seus conflitos internos, mas, de vez em quando, a tensão transborda. Nos últimos meses, decisões estratégicas, cortes de custos e mudanças estruturais começaram a mexer com o clima dentro da Ubisoft, gerando um efeito dominó que saiu dos bastidores e chegou ao debate público.

Entre reestruturações, estúdios fechados e projetos cancelados, o envolvente ficou cada vez mais quebrável. Aliás, a empresa adotou novas diretrizes de organização, porquê a partilha em Creative Houses focadas em franquias específicas e uma política de retorno obrigatório aos escritórios. Essas medidas, embora pensadas para reorganizar a produção, aumentaram o desgaste entre desenvolvedores e equipes internas.

Agora, dois representantes sindicais afirmaram claramente que o CEO Yves Guillemot deveria deixar o incumbência. Em entrevista ao site Game Developer, Marc Rutschlé e Chakib Mataoui responsabilizaram diretamente a liderança pelos problemas recentes e defenderam uma troca no comando para reconstruir a crédito dos funcionários.

Segundo eles, o nível de repudiação interna ao executivo dificulta qualquer tentativa de reconciliação sem uma mudança na gestão.

Ubisoft vive vaga de cortes e cancelamentos

Ubisoft

Nos últimos meses, a companhia cancelou diversos projetos importantes, incluindo Prince of Persia: The Sands of Time Remake. Ao mesmo tempo, promoveu demissões, fechou estúdios e reorganizou times inteiros. Porquê resultado, muitos profissionais passaram a questionar a segurança da empresa.

Rutschlé afirmou que a repudiação ao atual CEO se tornou tão possante que uma reconstrução de crédito parece inviável sem sua saída. Já Mataoui reforçou que prefere ver a Ubisoft sob comando de alguém que tenha o aval dos trabalhadores, alguém capaz de restabelecer diálogo e transparência.

Aliás, Mataoui foi além e sugeriu até a substituição do parecer administrativo. Para ele, a cultura interna baseada em gestores que evitam questionamentos já demonstrava problemas antigos, evidenciados inclusive nos escândalos de assédio sexual que vieram à tona anos detrás.

CEO não deve trespassar no momento

Apesar da pressão, não há sinais concretos de mudança imediata. A empresa ainda não comentou oficialmente as declarações dos sindicatos, e também não existem indícios de que Guillemot pretenda renunciar.

Portanto, o cenário segue indefinido. Enquanto isso, funcionários aguardam respostas mais claras.

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Fontes: GameSpot

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