Início » Sonic Racing Crossworlds Review: Sonic não precisa de carro pra…

Sonic Racing Crossworlds é o novo jogo de kart da SEGA, com lançamento marcado para 25 de setembro e aproximação antecipado em 22 de setembro. A proposta é a de sempre: reunir personagens do universo Sonic (e da SEGA) e percorrer em pistas que se transformam no meio da volta. Em pontos específicos, portais em forma de ring levam a trechos de outros mundos e depois devolvem à pista original. Isso reduz a memorização completa do rodeio e mantém a corrida imprevisível.
O jogo chega ao PS5, PS4, Xbox One e Series, Nintendo Switch e PC, com crossplay. Não há campanha tradicional nem história. A fantasia cá é de crossover e celebração da série, com carros, karts e até pranchas flutuantes porquê veículos.
Recebemos o jogo antemão para review e pudemos jogar com foco no modo offline e online antes da exórdio completa dos servidores. Mas finalmente, o game é tudo isso mesmo?

Visualmente, Crossworlds me surpreendeu com gráficos muito bonitos, com reflexos, cores e texturas excelentes. Mesmo com tanto movimento na tela, tudo rola lindo demais. Em consoles, o mira de 60 fps ficou inabalável e sem quedas.
A trilha sonora também é destaque, com remixes e temas que percorrem eras 2D e 3D da franquia, inclusive referências recentes porquê Sonic Frontiers. Os personagens trocam falas durante as provas e a música, ora assume a risco de frente, ora empurra o ritmo em segundo projecto. É o estabilidade claro para um arcade.


O elenco base inclui os favoritos (Sonic, Tails, Knuckles, Shadow, Dr. Robotnik, Metal Sonic) e variações de séries animadas, porquê o Tails “Nine”. Já há personagens chegando por temporadas e eventos: Hatsune Miku surgiu quando os servidores abriram e, adiante, o jogo lista convidados de Persona e Yakuza, além de parcerias porquê Minecraft, Bob Esponja e Patrick. Esses pacotes aparecem associados à loja e devem chegar porquê DLCs pagos, com trilhas temáticas.
Eu sabor da teoria de “convidados”, uma vez que para mim o elenco do universo expandido de Sonic não é tão lícito assim além dos que citei supra. Logo, a possibilidade de personagens muito diferentes me anima.


Para jogar sozinho, o Grand Prix é o coração do pacote. Ele oferece várias velocidades, com a terceira opção sendo a mais difícil no primórdio e quando superada em todos os GPs libera a categoria Supersonic e sua versão espelhada. O jogo inclui um sistema de rival que destaca um oponente por despensa. Assim, vencer todos os rivais libera o confronto contra o Super Sonic.
Até o momento em que finalizei o review, ainda não tinha enfrentado o Super Sonic. Essa privação se tornou uma das principais razões para que o modo single player se destaque, já que oferece ao jogador um objetivo evidente e motivador.
Ou por outra, há tela dividida para até 4 jogadores e um parque de corrida com objetivos alternativos nas mesmas pistas, porquê provas em equipe para coletar anéis e carregar o turbo. O online é direto: o jogo encontra um lobby, roda a corrida e, ao final, podemos optar por seguir ou transpor. Com os servidores em pré-lançamento, a segurança e a latência ficaram muito boas.


Cá não é só skin. A escolha de personagem e sege altera velocidade, aceleração, potência, pilotagem e turbo, assim porquê em Mario Kart. Dessa forma, podemos comprar peças com bilhetes obtidos nas corridas e combinar frente, traseira e rodas para mudar o desempenho.
Há também os dispositivos: até seis encaixes de amuletos com efeitos práticos, porquê inaugurar com turbo, não perder anéis ao desancar, ampliar o limite para 200 anéis e lucrar espaço extra de inventário para itens e muito mais. Alguns dispositivos foram desabilitados no online logo no início, sinal de balanceamento.
Também é provável usar qualquer sege com qualquer personagem, o que incentiva experimentação. Na prática, montar builds diferentes muda o jeito de percorrer e a estratégia para cada pista. Talvez essa seja a grande “inovação” do título.


Os itens seguem a silabário do gênero (projéteis, armadilhas e utilitários), mas em quantidade menor do que o ideal em alguns traçados. O respawn das caixas pode demorar e isso reduz a influência tática dos itens na disputa.
Em indemnização, o sistema de anéis tem peso. Com 100 anéis, a velocidade máxima sobe e, com 200 (se houver dispositivo que permita), sobe outro degrau. Colisões entre veículos fazem tombar anéis, alterando o estabilidade da prova. Assim, escolher linhas com coletáveis difíceis faz diferença real.


O drift é a espírito do jogo. Ao manter a derrapagem, uma barra carrega em níveis e, ao soltar, libera turbos sucessivos. É simples de entender e difícil de dominar. Com certos dispositivos, dá para atingir uma trouxa suprema (nível 4) que concede invencibilidade por um momento ao liberar o turbo.
Em trechos específicos, a corrida alterna para paquete e avião. E os portais inserem segmentos aleatórios de outros mundos no meio da volta, trazendo variação em tempo real.


A IA universal cumpre muito o papel, mas o rival do Grand Prix pode tanger ofensivo demais em qualquer nível de dificuldade. Ele recupera posições com facilidade e gruda na disputa, enquanto os demais pilotos atuam mais porquê figurantes. A teoria do rival é ótima porque cria uma narrativa para a despensa, mas pede ajuste para parecer mais orgânica.
Eu testei em todas as dificuldades e consegui vencer até o nível 7 de 10. Mesmo assim sempre é bastante sofrido vencê-los, com momentos muito divertidos e outros nem tanto assim.
Já o matchmaking encontra partidas com rapidez e o crossplay amplia a base. Em várias corridas, a conexão permaneceu inabalável e a resposta de comandos foi imediata. A estrutura ainda é objetiva, sem ligas ranqueadas. Para o médio prazo, playlists temáticas, eventos sazonais e lobbies para grupos fixos agregariam valor.


Não encontramos bugs relevantes e o desempenho se manteve firme. O que pede revisão é de design: colocar mais caixas de item com respawn mais limitado, dar mais impacto às colisões entre carros e reduzir levemente a vantagem do rival.


Sonic Racing Crossworlds é um magnífico jogo de kart e meu predilecto do momento. O drift é viciante, o sistema de builds dá profundidade sem complicar, os portais mantêm a corrida imprevisível e a trilha corda tudo com vigor e nostalgia. Com pequenos ajustes no rival, nas caixas de item e nas colisões, o pacote sobe de patamar. Para quem curte o gênero, é recomendação fácil.
Sonic Racing Crossworlds:
Sonic Racing Crossworlds é um magnífico jogo de kart. O drift é viciante e deixa cada curva prazerosa de dominar. Os portais dão um toque de imprevisibilidade às corridas e a trilha sonora conecta tudo com vigor e nostalgia. Com alguns ajustes pontuais, o pacote poderia atingir um patamar ainda mais cocuruto. No estado atual, já é um título jocoso, alcançável e referto de personalidade.
– M@xpay
von 10
2025-09-18T10:00:23-0300
Recebemos Sonic Racing Crossworlds gratuitamente para review e agradecemos à SEGA pela crédito.

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