Início » Spellcasters Chronicles é novo multiplayer da Quantic Dream

Depois de fazer a galera chorar com Detroit e Heavy Rain, agora os caras querem ver a gente tiltando com magia em 3v3. E o Spider tá de olho nessa paragem, mano!
E aí, tropa mística da quebrada! 🧙🏾♂️🔥
Cá quem fala é o Spider, o mano que trocaria o “Expelliarmus” por um “vem x1 seu fraco” sem pensar duas vezes.
E o papo hoje é o seguinte: a Quantic Dream, aquela empresa que te fez resolver entre salvar o fruto ou o cachorro em Detroit: Become Human, resolveu dar um 360 no rolê e meter o pé no multiplayer competitivo com o Spellcasters Chronicles.
Sim, cê ouviu evidente, parça: o estúdio dos “filmes jogáveis” agora quer entrar no corre dos 3v3 PvP pleno de mandinga, monstro e porradaria aérea. É tipo um League of Legends com Harry Potter e Overwatch no mesmo boteco.
Mano, a Quantic Dream sempre foi o estúdio da sofrência gamer, né? A gente jogava Heavy Rain, chorava; jogava Detroit, virava filósofo.
Agora, com o Spellcasters Chronicles, os caras falaram “chega de pranto, agora é gritaria!”.
O bagulho é ação e estratégia 3v3, em terceira pessoa, com voo, mandinga e monstros sendo invocados pra guerra. E pormenor: o jogo vai ser free-to-play. Ou seja, vai dar pra entrar no corre sem precisar vender o PC gamer ou parcelar o passe de guerra.
O estúdio tá tão empolgado que o David Cage, o chefão da Quantic Dream, mandou o papo reto:
“Queremos evoluir porquê time, trazer um tanto novo, e fazer isso junto com a comunidade.”
E eu já tô imaginando ele olhando o jogo e pensando: “agora sim, o pessoal vai morrer por lag, não por decisão moral.”
No corre do Spellcasters Chronicles, cada time tem três jogadores, cada um controlando um mago (Spellcaster) com poder único. A missão?
Destruir as Pedras da Vida do time inimigo, conquistar os Altares do Poder e finalizar com a base adversária — tipo uma mistura de LoL, Smite e até um pouco de For Honor, se tu pensar muito.
Mas o diferencial é o voo. Sim, mano, os personagens voam. Dá pra subir, planar, mirar lá de cima e ainda mandar um “abracadabra” mortal em quem vacilar. É tipo Dragon Ball com mandinga, tá ligado?
E não para por aí: Cada mago consegue invocar monstros pra litigar por ele, erguer estruturas e dar buff na galera. Logo o bagulho é estratégico — mas sem aquele tédio de jogo que tu só fica clicando no planta. Cá é porradaria aérea, monstro gigante, e muita gritaria no Discord.
Agora segura essa: durante as partidas, tem um Medidor de Titã que vai enchendo conforme tu bate e colheita.
Quando ele enche, tu pode invocar o Titã, uma indivíduo colossal que vira o “último recurso” do desespero.
Pensa num bicho tão cabuloso que o time inimigo precisa largar tudo pra tentar derrubar ele. É tipo quando o Barão nasce no LoL, só que em versão monstro lendário com laser e raiva eterna.
Se teu time souber jogar certinho, esse Titã muda tudo — tipo viradela épica de final de campeonato.
Foram revelados seis personagens até agora, cada um com um papel no time:
Mystic Scribe (Support) — a braba do suporte, trato os parça e mantém o bonde vivo.
Iron Sorcerer (Vanguard) — o engenheiro do rolê, constrói base, invoca tropa e pressiona o inimigo.
Fire Elementalist (Skirmisher) — o que resolve tudo no lume, o famoso “morre queimado mas não foge”.
Swamp Witch (Summoner) — a doida que invoca meia floresta pra litigar por ela.
Stone Shaman (Builder) — o patrono, tipo o tanque que monta murão igual pedreiro mágico.
Astral Monk (Assassin) — o homicida brabo, mata universal rápido, mas tem vida de papel.
O estabilidade tá sinistro: se a equipe jogar no entrosamento, o bagulho fica lindo de ver. Mas se o suporte desabar no lag ou o homicida der engage falso… Já era. GG easy pro outro time.
E cá vem a secção mais ousada do jogo: as escolhas da comunidade vão influenciar o rumo da história e até o teor das temporadas. Cada vitória e rota tua vai impactar a lore universal do jogo. É tipo se o LoL deixasse a gente resolver se o Teemo morre de vez ou não (por obséquio, deixem).
Segundo o diretor do jogo, Gregorie Diaconu, o rolê começou porquê um “experimento criativo”. Traduzindo: os caras querem fabricar um multiplayer vivo, onde a galera participa da narrativa — tipo uma romance de magia feita pela quebrada gamer.
O bagulho tá sendo feito há sete anos, tanto em Paris quanto em Montreal, com uma galera que já trampou em For Honor, Ghost Recon, Age of Magic, War Robots e até Narcos: Privilégio Wars. Ou seja: os caras sabem o que tão fazendo.
E ainda tem o suporte da NetEase, que manja do online pesado.
Usaram até o motor gráfico próprio da Quantic Dream, o mesmo esquema que deixou Detroit tão bonito — só que agora pra rodar explosão mágica e monstro gigante em tempo real.
Mano, nunca pensei que ia ver a Quantic Dream — o estúdio dos “decida o rumo da humanidade” — lançando um MOBA mágico 3v3. Mas é isso aí, o mundo dos games é tipo o multiverso: sempre cabe mais uma loucura.
Se o gameplay for sólido e o balanceamento não for quebrado, Spellcasters Chronicles tem tudo pra ser o novo vício da galera. Imagina os squadzinhos da quebrada gritando “INVOCA O TITÃ, C@#$%&!!!” no Discord?
Já tô vendo os clipes nas redes.

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