Splatoon Raiders Review: Nintendo transforma a franquia em um…

Splatoon Raiders Review: Nintendo transforma a franquia em um…

7 minutos 21/07/2026

A Nintendo decidiu explorar caminhos inéditos para uma de suas marcas mais populares com o lançamento de Splatoon Raiders. Em vez do tradicional foco individual nos confrontos online competitivos por equipes, esta novidade empreitada aposta no formato Looter Shooter em cooperação.

Recebemos o game com bastante antecedência diretamente da Nintendo para review no novo Nintendo Switch 2. A proposta renova o loop de gameplay, entregando uma experiência hábil para quem procura exploração e tiroteios frenéticos na portabilidade. Mas será o suficiente para um spin-off?

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Sinopse e a premissa dos caçadores de tesouros

Para quem não tem tanta intimidade com a franquia, o universo da série sempre utilizou a tinta colorida porquê elemento mecânico medial. O jogador precisa revestir o pavimento para se movimentar mais rápido, recarregar munição e se remediar. Em Splatoon Raiders, esse concepção foi apropriado para a procura de tesouros em zonas perigosas. A narrativa coloca você ao lado de um grupo de personagens que explora territórios hostis a partir de uma base de operações.

Nesse sentido, o enredo não procura entregar uma trama complexa ou super profunda. Mas, a premissa serve porquê pretexto direto para colocar o esquadrão em campo detrás de baús e relíquias valiosas. Por outro lado, o grupo possui um carisma interessante e interage bastante durante os intervalos no hideout (a base do time), construindo uma dinâmica amigável que sustenta o ritmo dos ciclos de missões.

Gráficos, som e desempenho firme no Switch 2

A segmento técnica se comporta de maneira impecável no hardware do Nintendo Switch 2. Testamos o título tanto na dock conectada à televisão quanto no modo portátil, sem registrar qualquer tipo de sufoco. O jogo roda encravado em 60 quadros por segundo, garantindo, assim, a velocidade que um troada intenso exige. A direção de arte compensa cenários relativamente contidos com o clarão característico das tintas e um visual estilizado que lembra uma animação moderna.

No departamento sonoro, o jogo se destaca por uma trilha sonora legítimo e efeitos de áudio que enriquecem o caos dos combates. No entanto, a Nintendo manteve a sua escolha de não utilizar dublagem tradicional, substituindo vozes por pequenos resmungos e ruídos característicos. É um charme histórico das IPs da mansão, mas que em um título com tantas explicações e conversas poderia ter sido repensado.

A presença de história e cenas marcantes

Apesar da escassez de um foco narrativo denso, o jogo surpreende pontualmente com sequências de namoro muito muito produzidas. Essas cutscenes parecem animações em CG polidas que utilizam o próprio motor gráfico. Elas trazem um contexto bacana e recompensam o progresso do jogador em seguida momentos mais intensos da campanha.

Dessa forma, por exemplo, existe uma cena em peculiar em seguida algumas horas de jogatina que envolve uma das personagens cantando e traz um peso estético marcante. Esse tipo de desvelo compensa a simplicidade da premissa de Looter Shooter. O enredo não é o motivo principal para comprar o jogo, mas as cinemáticas garantem um tempero peculiar nas viradas de capítulo.

Gameplay refinado e a flexibilidade dos controles

O núcleo do gameplay é onde Splatoon Raiders brilha com força totalidade. O sistema exige que você espalhe a cor da sua tinta pelo cenário para neutralizar a gosma amarela jogada pelos inimigos. Ao nadar na sua própria tinta, o personagem recarrega os tanques de munição, recupera a vida e ganha velocidade. O controle padrão utiliza o giroscópio para mirar subindo e descendo o controle. Isso não funcionou para mim e eu estranhei muito mirar dessa forma.

Entretanto, quem prefere uma jogabilidade nos moldes tradicionais de jogos de tiro em terceira pessoa pode modificar as configurações no menu. A alternância para a mira no analógico recta deixa os combates incrivelmente precisos e divertidos. Ou por outra, interagir com elementos dos cenários usando a tinta para desligar armadilhas e penetrar caminhos traz uma categoria tática muito bem-vinda.

Splatoon Raiders traz uma quantidade muito boa de armas diferentes que podem variar o seu gameplay. Mas, dominar todo o tipo de arma pode ser reptante. Portanto, eu foquei em poucos tipos e de um jeito que combinasse com o meu gameplay. Vale a pena demais testar as armas e o jogo traz locais específicos para isso.

Estrutura e variedade das missões

A estrutura das incursões é dividida em etapas ágeis que lembram pequenas Raids que acabam ao encontrar o loot maior, que geralmente é um grande baú. Os personagens são disparados para as zonas de combate através de engenhocas extravagantes que lembram guindastes com garras. As missões convencionais pedem a guião de hordas ou a coleta de recursos amarelos eliminando criaturas e quebrando cristais pelo planta. Tudo é muito frenético.

Por outro lado, o grande destaque da exploração fica para as dungeons secundárias descobertas ao encontrar bússolas no planta. Essas missões extras funcionam porquê desafios focados em mecânicas variadas de plataforma e uso inteligente de habilidades.

Existem também os cenários de altíssima dificuldade com tempo restringido, onde o jogador é testado ao limite em troca de loots raros e generosos pacotes de experiência. Morrer nessas missões não será um problema, haja visto que toda vez que você entra e sai, perdendo ou não, carregará experiência. Basta, portanto, ser persistente.

Sistema de evolução, equipamentos e o recurso de Bond

A progressão do jogo é ampla e permite a geração de diversas configurações de combate. No hideout, você pode customizar o visual do seu mecânico e aprimorar armas no setor de funilaria. O personagem carrega três tanques que concedem habilidades únicas, gadgets especiais e ataques supremos (ultis) invocados por aliados porquê tubarões gigantes e raias que atiram.

Atrelado a isso, o game traz a mecânica de Bond (elos de amizade). Ao utilizar com frequência os poderes supremos de um parceiro específico, você fortalece os laços com ele. Esse aprofundamento desbloqueia coisas interessantes e vantagens mecânicas no gameplay. É um sistema inteligente que incentiva o jogador a focar e dominar a parceria com o seu ajudante predilecto.

Recursos de Multiplayer e auxílio em coop

Embora a campanha inteira possa ser aproveitada de forma solo com totalidade diversão, a estrutura foi desenhada para a cooperação. Caso você encontre dificuldades em uma missão de nível cimeira, é provável ativar um sinal de socorro no menu. Esse alerta aciona um matchmaking que procura outros jogadores dispostos a entrar na sua partida para ajudar.

Essa soma é extremamente amigável para o público do console, criando uma ponte atingível para quem não tem hábito com o gênero. O ecossistema online de Splatoon é historicamente robusto e o sistema de ajuda atende perfeitamente tanto quem deseja jogar sozinho quanto quem procura uma partida rápida em grupo.

Repetição e a falta de localização em Português

Apesar das qualidades indiscutíveis do gameplay, a experiência não passa totalmente ilesa. O ritmo das missões sofre com a repetição de tipos de inimigos e cenários em certos momentos da campanha. Quem procura somente proceder nas missões principais sem variar os equipamentos pode sentir o peso dessa estrutura repetitiva antes de obter os chefes.

Mas, o ponto mais crítico e incômodo do lançamento é a completa escassez de legendas em português do Brasil. Por ser um título com muitos tutoriais, conversas na base e descrições de habilidades, a falta de tradução é uma barreira desnecessária que afasta segmento do público vernáculo. É uma falta grave de localização para um jogo do catálogo principal do Switch 2 em 2026.

Veredito

Splatoon Raiders é uma grata surpresa que pega os conceitos mecânicos consagrados da franquia e os aplica em um Looter Shooter viciante.

As missões curtas, a óptimo taxa de quadros e as amplas opções de evolução fazem o loop de gameplay funcionar de forma cintilante no modo portátil do Nintendo Switch 2. Mesmo pecando pela repetição de estruturas e pela falta de localização em português, o título prova a capacidade da Nintendo em reutilizar suas propriedades com enorme originalidade.


É tudo isso mesmo?:

Splatoon Raiders leva a franquia para o gênero looter shooter cooperativo sem perder sua identidade. O gameplay continua extremamente risonho graças ao uso estratégico das tintas, agora combinado com exploração, progressão de equipamentos e missões focadas em cooperação. O desempenho impecável no Switch 2, a ótima direção de arte e o sólido sistema de evolução tornam o loop viciante, mesmo com certa repetição de cenários e objetivos ao longo da campanha. A escassez de português do Brasil é uma taboca, mas não impede que Splatoon Raiders seja uma experiência criativa e uma evolução interessante para a série.
M@xpay

von 10

2026-07-21T10:00:23-03:00

Recebemos Splatoon Raiders gratuitamente para review e agradecemos à Nintendo pela crédito.

Fonte

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