Início » Steam Machine registra primeira Linha Vermelha da Morte

A novidade Steam Machine mal chegou às mãos dos primeiros compradores e já ganhou aquilo que todo hardware moderno aparentemente precisa para ser oficialmente reconhecido pela humanidade:
Um proprietário publicou no Reddit a imagem de sua unidade exibindo uma fita vermelha na secção frontal depois de aproximadamente vinte minutos de uso.
A comunidade não perdeu tempo.
“Red Line of Death”.
Risco Vermelha da Morte.
Porque nenhuma omissão eletrônica pode simplesmente ser chamada de:
“Erro crítico que provavelmente exigirá garantia.”
Precisa possuir nome de golpe próprio.
O Xbox 360 teve o Red Ring of Death.
O PlayStation 3 teve a Yellow Light of Death.
Agora a Steam Machine apresenta uma risca vermelha.
A evolução geométrica dos defeitos continua.
Primeiro círculo.
Depois ponto luminoso.
Agora segmento de reta.
Na próxima geração teremos o Hexágono Roxo do Colapso Térmico e precisaremos consultar um professor de estampa técnico para desenredar qual componente morreu.
O usuário contou que conseguiu jogar muro de cinco minutos de No Man’s Sky, instalou uma atualização disponível para o aparelho e, depois disso, a máquina deixou de inicializar corretamente.
A barra frontal ficou parcialmente vermelha.
O LED próximo ao botão liga/desliga também ficou vermelho.
Segundo a tábua solene da Valve, aquela combinação indica omissão detectada na GPU.
Naturalmente, surgiu a pergunta:
Pode ter relação com calor?
Pode.
A Steam Machine é um computador compacto, equipado com CPU Zen 4, GPU RDNA 3, memória GDDR6 e um sistema térmico tentando retirar dezenas de watts de um cubo que parece ter sido desenhado para caber entre a televisão, o roteador e aquela rima de controles que ninguém organiza desde 2017.
Mas o código apresentado neste caso não é o alerta específico de superaquecimento.
A Valve criou outro padrão para isso.
Portanto, antes de condenarmos o traste da sala, precisamos penetrar a caixa de ferramentas técnica e separar:
A Steam Machine utiliza duas formas de notícia visual:
Esses elementos não servem unicamente para deixar o aparelho com fisionomia de computador que ofídio mensalidade para participar de campeonato de Counter-Strike.
Eles também funcionam porquê sistema de diagnóstico.
O padrão muda conforme o tipo de omissão.
A posição da luz importa.
A maneira porquê ela pulsa importa.
O estado do LED secundário importa.
No caso relatado, a combinação seria:
A documentação traduz isso porquê:
Isso não significa necessariamente:
“O chip gráfico explodiu, deixou testamento e não voltará mais.”
Significa que, durante o processo de inicialização ou monitoramento, o sistema não conseguiu utilizar ou validar corretamente o subsistema gráfico.
A GPU pode ter apresentado:
O código informa onde o sistema encontrou o problema.
Não entrega involuntariamente a necropsia completa.
É porquê a luz da injeção no coche.
Ela confirma que existe um pouco incorrecto.
Não diz imediatamente se você precisa restringir a tampa do combustível ou vender a vivenda para trocar o motor.
A tábua da Valve suplente a barra vermelha inteira para temperaturas críticas.
O sistema considera superaquecimento quando:
Nessa situação, a risca inteira deve permanecer vermelha.
Não unicamente metade.
A unidade do Reddit exibiu o código associado à GPU.
Isso reduz a verosimilhança de estarmos diante de um simples caso de:
“O sujeito colocou o aparelho dentro de uma gaveta, fechou a porta e começou a renderizar oito universos.”
Reduz.
Não elimina completamente.
Uma omissão térmica pode provocar consequências que depois aparecem porquê erro de GPU.
Por exemplo:
Também existe a possibilidade de o sensor ou o firmware não registrar corretamente a sequência.
Mas isso seria uma hipótese.
Não informação confirmada.
O que temos concretamente é:
Não temos:
Quem disser que foi definitivamente falta de ventilação está tentando medir temperatura com opinião.
Mesmo que o caso específico não tenha sido comprovadamente causado por calor, a preocupação faz sentido.
A Valve recomenda não instalar a Steam Machine em divisão fechado.
Caso seja colocada num rack, estante ou traste de entretenimento, a empresa orienta deixar alguns centímetros livres ao volta e manter ao menos um dos painéis do traste ingénuo.
Essa recomendação deveria parecer óbvia.
Mas existe uma espécie de fenômeno doméstico em que pessoas compram um aparelho dispendioso, leem que ele precisa respirar e imediatamente procuram o nicho mais apertado disponível.
O aparelho possui:
O usuário observa tudo e decide:
“Vai permanecer perfeito detrás do vaso decorativo, recostado na parede e tapado pelo tecido de renda da minha tia.”
Depois pergunta por que parece uma air fryer.
Ar quente precisa transpor.
Ar insensível precisa entrar.
Se a saída fica encostada numa parede, o ar aquecido pode recircular para dentro.
Se a ingresso é bloqueada, a ventoinha aumenta a rotação, mas não consegue gerar fluxo suficiente.
Ventoinha não fabrica ar.
Ela movimenta o que encontra.
Se encontra unicamente uma pequena bolsa de calor presa dentro do traste, passa a reciclar o próprio sofrimento.
Todo computador transforma secção significativa da vontade elétrica consumida em calor.
A CPU realiza cálculos e aquece.
A GPU renderiza e aquece ainda mais.
Memórias aquecem.
Reguladores de tensão aquecem.
SSD aquece.
Manadeira de sustento aquece.
Até aquele pequeno componente que ninguém sabe identificar participa discretamente do churrasco.
O sistema térmico precisa transportar essa vontade por várias etapas:
Qualquer interrupção pode prejudicar o processo.
Cria resistência entre chip e dissipador.
Reduz o contato físico.
O calor chega às aletas, mas não é removido.
Falta ar insensível.
O ar quente fica recluso.
O aparelho recircula o próprio calor.
Com o tempo, forma uma classe isolante e reduz fluxo.
Pode permitir temperatura subida demais ou acionar proteção sem premência.
Mantém o aparelho bonito para os ouvidos e preocupante para o termômetro.
A Steam Machine utiliza um gabinete extremamente compacto e uma solução baseada numa grande ventoinha de 120 mm movimentando ar através do conjunto térmico.
Uma ventoinha maior pode transportar bastante ar em rotações mais baixas, produzindo menos rumor que pequenos ventiladores girando porquê turbinas de drone.
É uma abordagem sensata.
Mas depende de um caminho de ar desobstruído.
Colocar a máquina num nicho fechado é porquê contratar um ótimo entregador e trancar a porta do prédio.
Existe outra simplificação generalidade:
“É pequeno, logo vai superaquecer.”
Não necessariamente.
Computadores compactos podem apresentar refrigeração magnífico quando o projeto possui:
Gabinetes grandes também podem ser péssimos.
Um aquário de vidro com sete ventoinhas apontando umas contra as outras pode produzir mais turbulência que fluxo útil.
O tamanho cria desafios, mas não determina sozinho o resultado.
A Steam Machine foi projetada para uma GPU operando dentro de um envelope de aproximadamente 110 W, somada ao consumo da CPU e dos demais componentes.
Não é uma RTX 5090 tentando liquefazer uma quitinete.
Ainda assim, é bastante calor para um cubo de aproximadamente quinze centímetros.
A engenharia precisa ser precisa.
Não existe espaço para:
Num gabinete convencional, pequenos erros podem ser absorvidos pelo volume interno e pelo excesso de ventilação.
Num resultado compacto, cada milímetro participa da discussão.
O relato menciona No Man’s Sky.
Isso levará algumas pessoas a concluir:
“O jogo matou a Steam Machine.”
Calma.
No Man’s Sky pode utilizar GPU intensamente, dependendo de:
Mas uma máquina vendida para jogos precisa suportar jogos.
Executar um título por cinco minutos não deveria destruir uma GPU saudável e corretamente refrigerada.
O equipamento possui:
Antes de suportar dano permanente por temperatura, componentes modernos normalmente:
Esse processo é chamado de thermal throttling e proteção térmica.
O jogador pode perceber:
Mas o chip não deveria simplesmente se sacrificar ao primeiro planeta explorado.
Caso realmente tenha ocorrido dano térmico em cinco minutos, provavelmente existia outro problema:
O jogo seria o teste que revelou o defeito.
Não necessariamente a justificação.
É porquê culpar a primeira subida porque o motor novo veio sem óleo.
O usuário jogou alguns minutos e depois instalou uma atualização disponível.
Em seguida isso, a máquina não voltou ao funcionamento normal.
Essa sequência permite várias interpretações.
A GPU já tinha defeito e falharia independentemente da atualização.
A instalação pode ter falhado ou gravado incorretamente qualquer componente necessário à inicialização.
Uma novidade versão poderia modificar clocks, tensões, detecção, treinamento de memória ou comportamento de vontade.
O sistema poderia iniciar, mas falhar ao carregar o subsistema gráfico.
Primeiros lotes podem utilizar componentes ou firmwares ligeiramente diferentes.
A atualização pode ter começado a detectar uma omissão que já existia, mas antes não aparecia.
É importante entender que uma máquina pode apresentar código de “omissão da GPU” sem o silício gráfico ter sido fisicamente destruído.
O firmware pergunta:
“GPU, você está aí?”
A GPU não responde conforme esperado.
O sistema acende a luz.
O motivo da falta de resposta pode ser:
A luz não possui pós-graduação em engenharia elétrica.
Ela unicamente comunica o resultado do teste.
Atualizar um jogo altera arquivos de software.
Atualizar firmware pode modificar instruções armazenadas em componentes fundamentais do hardware.
Dependendo do pacote, pode envolver:
Caso o processo seja interrompido por:
o aparelho pode deixar de inicializar corretamente.
Produtos maduros possuem mecanismos de recuperação:
Ainda assim, zero é completamente à prova de problemas.
O veste de a omissão ter aparecido depois do update torna software ou firmware uma possibilidade legítima.
Não prova causalidade.
É o velho dilema:
o paciente tomou moca e depois sentiu dor.
Talvez o moca tenha causado.
Talvez a dor já estivesse chegando.
Talvez a cadeira tenha quebrado.
Precisamos de investigação, não de um via chamado “Hardware Verdades Secretas” publicando thumbnail com Gabe Newell usando olhos vermelhos.
GPUs modernas dependem de várias linhas de vontade.
A placa precisa fornecer tensões específicas para:
Essas tensões são criadas por módulos reguladores, conhecidos porquê VRMs.
Se uma risca não sobe corretamente durante o boot, a GPU pode não inicializar.
Possíveis causas:
O LED continuará dizendo “GPU failure” porque, do ponto de vista do sistema, a GPU falhou.
Mas trocar unicamente o chip gráfico talvez nem resolvesse.
O culpado poderia estar ao lado dele, custando poucos dólares e possuindo um nome semelhante a uma senha de Wi-Fi.
Essa é uma das razões pelas quais fabricantes geralmente substituem a placa inteira em garantia.
Diagnosticar e ressoldar componentes BGA em larga graduação custa tempo, equipamento e mão de obra especializada.
É mais rápido enviar outra unidade e indagar a defeituosa internamente.
Para o consumidor, isso é bom.
Ele recebe um pouco funcionando.
Para o aparelho, significa que a jornada termina num laboratório onde engenheiros fazem perguntas sem oferecer jurisconsulto.
A Steam Machine possui 8 GB de memória gráfica GDDR6 dedicada.
A GPU depende dessa memória para armazenar:
Se um chip de VRAM omissão, o subsistema gráfico pode:
O sistema pode qualificar tudo isso genericamente porquê omissão da GPU.
Para o usuário, a diferença é acadêmica.
A tela continua preta.
A risca continua vermelha.
O resultado de US$ 1.049 continua realizando magnífico imitação de objeto decorativo.
Mas, tecnicamente, GPU e memória gráfica são componentes distintos.
Um defeito de fabricação na GDDR6 pode comparecer imediatamente, mormente quando o jogo começa a preencher regiões de memória que não haviam sido utilizadas no menu.
Cinco minutos de No Man’s Sky poderiam ter exposto um chip imperfeito.
Não porque o jogo exige força proibida.
Porque foi a primeira trouxa gráfica real.
Existe um concepção sabido em confiabilidade porquê curva da banheira.
A taxa de falhas ao longo da vida de um resultado costuma possuir três fases.
Falhas aparecem cedo devido a defeitos de fabricação, montagem, componentes ou tolerâncias.
A taxa cai e permanece relativamente baixa.
Depois de anos, peças envelhecem e a taxa aumenta novamente.
Uma unidade morrer em vinte minutos se encaixa muito melhor na primeira categoria que numa omissão provocada por envelhecimento térmico.
Alguma coisa pode ter saído da fábrica no limite.
O transporte aplica vibração.
O primeiro ciclo térmico acontece.
A primeira trouxa pesada força componentes.
A omissão aparece.
Isso é ruim para o comprador.
Mas uma unidade isolada não prova omissão sistêmica.
Nenhum processo industrial entrega zero defeitos.
Até componentes caros e muito testados apresentam DOA, {sigla} para dead on arrival.
O problema começa quando casos isolados formam padrão.
Para determinar se existe um novo Red Ring of Death, precisaríamos saber:
Uma publicação no Reddit fornece uma história.
Não fornece estatística.
A confrontação com o Xbox 360 é inevitável.
Luz vermelha.
Hardware novo.
Omissão grave.
Jogador traumatizado.
Memória coletiva ativada.
Mas o Red Ring of Death foi um problema de graduação gigantesca, associado a altas taxas de omissão e a uma arquitetura submetida a ciclos térmicos repetidos.
O calor, a expansão e a contração dos materiais criavam estresse mecânico.
Conexões podiam falhar depois meses de uso.
A Microsoft precisou ampliar garantias e gastar bilhões para resolver a crise.
Uma Steam Machine apresentando omissão no lançamento não estabelece equivalência.
É porquê encontrar uma goteira e anunciar que o Titanic retornou.
Pode virar um pouco grave?
Pode.
Mas precisamos observar.
Caso vários usuários comecem a mostrar:
a conversa muda.
Por enquanto, o título “Risco Vermelha da Morte” é um sobrenome comunitário magnífico para SEO e péssimo porquê epílogo estatística.
Embora não possamos culpar ventilação neste caso, a Steam Machine merece monitoramento técnico.
O hardware traz:
A GPU opera num envelope de até aproximadamente 110 W.
Somando CPU, memória, manadeira e perdas, o sistema precisa remover uma quantidade venerando de calor.
O gabinete compacto reduz o volume de ar interno.
Isso significa que o ar aquece rapidamente quando o fluxo é interrompido.
Em um desktop grande, existe mais tamanho de ar e mais espaço entre componentes.
Num cubo pequeno, calor produzido agora precisa transpor agora.
Não pode marcar horário para semana seguinte.
O projeto utiliza uma ventoinha grande e dissipação concentrada.
Isso pode ser muito eficiente.
Também significa que uma omissão única na ventoinha afeta boa secção do sistema.
Em computadores com várias ventoinhas, perder uma pode reduzir o desempenho térmico sem interromper totalmente o fluxo.
Num projeto concentrado, a ventoinha principal é praticamente funcionária única do departamento.
Quando falta, não existe estagiário.
A Valve promove a Steam Machine porquê aparelho taciturno para sala.
Isso é importante.
Ninguém quer ver a uma cena dramática enquanto o console parece preparar voo internacional.
Para reduzir rumor, fabricantes utilizam:
Mas todo projeto térmico trabalha com compromissos.
A ventoinha pode rodopiar mais rápido e manter temperaturas menores.
O usuário reclama do estrondo.
Pode rodopiar mais vagarosamente.
O usuário elogia o silêncio.
O componente trabalha mais quente.
A engenharia precisa encontrar o ponto correto.
Produtos compactos frequentemente permitem temperaturas relativamente altas porque chips modernos são projetados para operar perto de seus limites térmicos.
Ver GPU a 80 °C não significa incêndio.
Ver CPU chegando aos 90 °C em trouxa também pode estar dentro da especificação.
O problema é:
A temperatura média divulgada por um sensor não conta toda a história.
O núcleo pode estar a 80 °C enquanto um ponto de contato ruim cria um hotspot muito mais cumeeira.
Sistemas normalmente monitoram sensores internos de CPU e GPU.
Mas outros componentes também importam.
Pode aquecer bastante sob trouxa.
Reguladores trabalham intensamente em gabinetes compactos.
Pode reduzir desempenho quando esquenta.
Eficiência cai e componentes sofrem com calor reunido.
Podem falhar mesmo com CPU e GPU aparentemente normais.
É provável ter uma leitura de GPU suportável enquanto a memória gráfica sofre.
Também é provável o inverso: o núcleo atinge um pico rápido e o sistema desliga antes que o usuário consiga observar.
Uma estudo adequada precisaria de:
Uma retrato da risca vermelha não permite concluir o estado térmico anterior.
A imagem mostra o funeral.
Não mostra a justificação da morte.
O resultado foi projetado para operar na posição especificada pela Valve.
Mudar a orientação pode afetar:
Se o gabinete permite oficialmente diferentes posições, o sistema deve suportá-las.
Caso contrário, improvisar pode bloquear grelhas.
O erro clássico é colocar o aparelho sobre:
Superfícies macias podem vedar entradas inferiores ou laterais.
O gabinete afunda.
A ventilação desaparece.
O usuário escuta a ventoinha.
Conclui que está tudo muito porque existe estrondo.
Na veras, o ventilador está tentando respirar através de um cobertor.
Equipamento precisa permanecer sobre superfície:
Não dentro de uma cesta decorativa.
Não entre livros.
Não detrás da televisão, onde o próprio tela já despeja calor.
Não sobre o amplificador do home theater, que trabalha porquê placa de lanchonete.
Teoricamente, sim.
Firmware pode controlar:
Uma curva mal configurada poderia manter a ventoinha lenta demais.
Mas não existe evidência pública de que isso tenha sucedido.
Também seria improvável que unicamente cinco minutos produzissem dano permanente num sistema com proteções funcionais.
Mais provável seria:
Se a atualização realmente causou o problema, outras hipóteses parecem também ou mais plausíveis:
Precisamos evitar a técnica investigativa conhecida porquê:
“Aconteceu depois, logo foi causado por isso.”
Depois de instalar a atualização, o usuário também provavelmente respirou.
Não vamos culpar oxigênio ainda.
Talvez.
Depende da justificação.
Caso o hardware esteja funcional e o problema seja firmware ou sistema corrompido, procedimentos possíveis incluem:
Mas o código específico de GPU transforma a garantia na opção mais segura.
O comprador não deveria:
O método da toalha aplicado ao Xbox 360 não era reparo.
Era termoterapia para morto eletrônico.
Poderia fazer conexões voltarem temporariamente devido ao calor.
Também poderia piorar tudo, deformar peças e gerar risco.
Uma Steam Machine novidade possui garantia.
O procedimento técnico correto é:
O consumidor pagou mais de milénio dólares.
Não precisa completar curso de retrabalho BGA para aproveitar a compra.
A GPU da Steam Machine faz secção de uma placa personalizada e utiliza montagem BGA.
BGA significa Ball Grid Array.
Em vez de pinos visíveis, o chip possui uma matriz de pequenas esferas de soldagem sob o encapsulamento.
A vantagem é permitir muitas conexões elétricas em pouco espaço.
A desvantagem é que você não remove o chip porquê quem troca uma placa de vídeo convencional.
O retrabalho exige:
Mesmo quando o defeito está confirmado no chip, o reparo em garantia costuma signific:
Isso é mais rápido e confiável para o consumidor.
A placa defeituosa pode depois ser analisada pela Valve e pelo obreiro.
Essa estudo é precípuo.
Um único aparelho pode revelar:
Os primeiros compradores são usuários e, involuntariamente, extensão do laboratório.
Pagaram para entrar no programa de testes mais dispendioso:
Comprar o primeiro lote possui vantagens:
Também possui riscos:
Isso não isenta a empresa.
Resultado vendido precisa funcionar.
O consumidor não assinou contrato para ser cobaia.
Mas, estatisticamente, primeiras unidades enfrentam mais incerteza.
A Valve teve boa experiência com o Steam Deck, mas ainda precisou revisar componentes, software, ventoinhas e produção ao longo do tempo.
A Steam Machine é outro projeto:
Não basta ampliar um Steam Deck e remover a tela.
A sala de estar possui ecossistema hostil:
É importante criticar sem transformar caso individual em epidemia.
A Steam Machine chegou com:
A “Risco Vermelha da Morte” é combustível perfeito para quem já desejava declarar o resultado fracassado.
Mas tecnicamente, ainda temos uma unidade.
Um caso.
Uma publicação.
Não existe taxa.
Não existe padrão estabelecido.
Consoles, placas de vídeo, celulares e computadores novos apresentam defeitos individuais.
A pergunta não é:
“Alguma unidade falhou?”
A resposta sempre será sim em qualquer produção grande.
A pergunta correta é:
“Quantas unidades falham, pelo mesmo motivo, em relação ao totalidade?”
Sem esse denominador, não existe estudo de confiabilidade.
Existe anedota.
Uma anedota vermelha, fotogênica e custando US$ 1.049.
Mas ainda anedota.
A forma porquê a Valve conduz o caso importa mais que o sobrenome.
A empresa precisa:
Se o problema for firmware, uma correção pode impedir novos casos.
Se for lote de componentes, a Valve pode interceptar unidades antes do envio.
Se for montagem, ajusta a risca.
Se for caso solitário, substitui e segue.
O pior caminho seria silêncio enquanto histórias semelhantes aparecem.
Hardware conquista crédito com três coisas:
Marketing ajuda.
Luz RGB também.
Mas nenhuma animação frontal substitui uma política de RMA eficiente quando metade da barra começa a respirar porquê Darth Vader.
Para quem comprou ou pretende comprar a Steam Machine, algumas medidas são sensatas.
Não encoste todas as faces no traste.
Ar quente precisa transpor do divisão.
Zero de leito, sofá ou tapete grosso.
Principalmente sobre receiver, amplificador ou outro equipamento quente.
A ventoinha precisa expulsar ar.
Mudanças repentinas podem indicar problema.
Tecido protege contra poeira unicamente quando o aparelho está desligado e insensível.
Poeira aumenta resistência ao fluxo ao longo do tempo.
Essas práticas não são uma recepção de defeito.
São manutenção básica.
O melhor computador do mundo também superaquece se disposto dentro de um forno.
A diferença é que o forno pelo menos vem com controle de temperatura.
A “Risco Vermelha da Morte” da Steam Machine é um caso sério para o comprador afetado, mas ainda não existe evidência de uma omissão generalizada.
O aparelho funcionou por aproximadamente vinte minutos.
O usuário executou No Man’s Sky durante muro de cinco minutos, instalou uma atualização e depois encontrou a máquina incapaz de iniciar normalmente.
A combinação dos LEDs apresentada corresponde, segundo a documentação da Valve, a uma omissão detectada na GPU.
Não ao alerta específico de superaquecimento.
Portanto, a falta de ventilação pode ser considerada uma justificação provável unicamente em sentido largo.
Não é a explicação confirmada deste incidente.
As hipóteses incluem:
O limitado período de funcionamento favorece a possibilidade de defeito prematuro ou problema relacionado ao update, em vez de desgaste por ciclos térmicos porquê aconteceu historicamente com muitos Xbox 360.
Mas somente a estudo da Valve poderá ordenar.
Também é cedo demais para invocar isso de novo Red Ring of Death.
Uma omissão individual não forma estatística.
Precisamos seguir:
Enquanto isso, proprietários devem respeitar as orientações de ventilação.
Zero de colocar a Steam Machine dentro de um nicho fechado, abraçada pelo roteador e aquecida pela traseira da televisão.
O cubo precisa respirar.
Ele não é um console mágico.
É um PC compacto com uma GPU de aproximadamente 110 W tentando jogar o calor para fora usando uma ventoinha e muita esperança.
O comprador afetado deve acionar a garantia.
Não penetrar.
Não aquecer.
Não enrolar em toalha.
Não tentar ressuscitar com secador.
E principalmente não seguir conselhos de alguém que começa o tutorial dizendo:
“A obreiro não quer que você saiba disso.”
A Valve vendeu uma experiência semelhante à de console.
Agora precisa entregar também a secção tradicional da experiência de console:

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