Stop Killing Games sofre revés na Europa, mas campanha continuará…

Stop Killing Games sofre revés na Europa, mas campanha continuará…

2 minutos 17/06/2026

Percentagem Europeia descarta proposta de novidade legislação

A campanha Stop Killing Games recebeu uma resposta negativa da Percentagem Europeia. O órgão anunciou que não pretende fabricar uma lei que obrigue as empresas a manterem seus jogos funcionais em seguida o fecho do suporte solene.

A iniciativa, registrada na União Europeia uma vez que “Stop Destroying Videogames”, ganhou força ao ultrapassar a marca de 1,2 milhão de assinaturas verificadas, número suficiente para prometer uma estudo formal por segmento das autoridades europeias.

Em seguida meses de debates e audiências, a Percentagem concluiu que não apresentará uma proposta legislativa sobre o tema.

Instituição considera exigência desproporcional

Em sua resposta solene, a Percentagem Europeia argumentou que impor a manutenção permanente de jogos poderia gerar problemas relacionados a custos operacionais, propriedade intelectual, segurança do dedo e informações comerciais sensíveis.

Por esse motivo, o órgão entende que obrigar as empresas a manterem servidores ou oferecerem soluções permanentes seria uma medida excessiva.

Código de conduta será discutido

Apesar de descartar uma novidade legislação, a Percentagem informou que pretende iniciar conversas com representantes da indústria e organizações de resguardo do consumidor até o final de 2026.

O objetivo é fabricar um código de conduta voltado para o fecho de serviços, promovendo maior transparência para os consumidores e incentivando iniciativas ligadas à preservação dos videogames.

Entretanto, não há previsão para exigir ferramentas que permitam servidores privados, modos offline ou patches específicos para manter títulos ativos em seguida o término do suporte.

Campanha continuará no Parlamento Europeu

Os organizadores da Stop Killing Games afirmaram que a decisão da Percentagem não representa o término do movimento. Segundo os responsáveis pela iniciativa, o próximo passo será buscar escora no Parlamento Europeu e tentar incluir as propostas em futuras discussões sobre legislação do dedo.

Além da Europa, os responsáveis também acompanham debates semelhantes em outras regiões, incluindo iniciativas em curso nos Estados Unidos.

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Natividade: Dexerto

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