Início » Terminator 2D: No Fate resgata o Exterminador em 16 bits

🧓💀 RumbleTech ativado — modo TERMINATOR ligado. Sem piedade. Sem concessões. Sem checkpoint emocional. Cá é anos 80–90 na veia, dedo doendo, TV de tubo chiando e mãe gritando pra minguar o volume.
Existe uma regra não escrita da cultura gamer velha guarda: se um pouco dos anos 80 ou 90 volta e tenta “modernizar demais”, dá ruim. Interface limpa demais, tutorial demais, filminho demais. Felizmente, Terminator 2D: No Fate fez exatamente o oposto — ele ligou o foda-se para o presente e reconstruiu o pretérito uma vez que deveria ter sido vivido.
Esse jogo não tenta ser atual. Ele tenta ser genuíno.
É uma vez que se alguém tivesse inventiva um cartucho perdido do Mega Drive, escondido detrás da TV da locadora, com cheiro de plástico velho e promessa de dor no polegar. E o pior: esse cartucho nunca existiu… mas deveria.
O Exterminador do Horizonte 2: O Julgamento Final estreou em 1991 e basicamente definiu o que era ação, sci-fi e protagonista potente naquela dezena. Explosões, trilha icônica, vilão líquido que parecia impossível de derrotar e uma Sarah Connor que ensinou uma geração inteira que heroína não precisa pedir permissão.
Na idade, evidente, surgiram jogos. Eram… ok. Alguns esquecíveis. Outros meio sofríveis. Aquela tempo clássica de “licença potente, jogo fraco”.
Terminator 2D: No Fate corrige essa risca do tempo. Ele ignora as adaptações ruins e bebe direto da natividade que funcionou: The Terminator do Mega Drive (1992) e sua versão expandida do Sega CD — jogos curtos, duros, honestos e explosivos.
Cá, a Bitmap Bureau e a Reef Entertainment fazem um pouco vasqueiro: tratam o jogador uma vez que adulto funcional que sabe jogar.
No Fate reconta a história de T2 com um desvelo quase obsessivo. As cenas icônicas estão lá:
Tudo em pixel art afiada, com animações que parecem gritar “isso cá foi feito à mão, moleque”.
Você controla:
Sarah Connor, rápida, mortal, com aquela vontade de “não tenho tempo pra drama”
T-800, pesado, brutal, avançando uma vez que um tanque teutónico
John Connor, mais tático, usando armamento pesado e estratégia
E quando você acha que é só isso… o jogo puxa um golpe insignificante emocional.
Cá entra o momento em que eu, RumbleTech, cruzo os braços e falo: ok, vocês ganharam meu saudação.
O jogo inclui missões no porvir, com John Connor adulto liderando a resistência, em campos de guerra devastados, cheios de máquinas e desesperança.
Isso é praticamente um Terminator 2.5 jogável. Aquele porvir que James Cameron só mostrou em flashes, cá vira tempo, tiro, explosão e suor.
E pra fechar com chave de aço cromado: finais alternativos. Escolhas feitas em momentos específicos mudam o rumo da história, brincando com a risca do tempo.
Se você conhece o filme de cor, isso cá vira um presente malicioso.
Zero de cover automático. Zero de regeneração milagrosa. Cá é old school.
Terminator 2D é um correr-e-atirar raiz, inspirado em:
Cada personagem joga dissemelhante:
Sarah é prontidão e precisão
T-800 é impacto e força bruta
John é posicionamento e alcance
Os chefes são grandes, intimidantes e exigem decoração de padrão, uma vez que nos velhos tempos. Morreu? Aprende. Morreu de novo? Aprende melhor.
E sim: vai morrer bastante.
Zero de “Fácil, Médio, Difícil” genérico. Cá temos:
Moleza – pra quem quer curtir sem traumatismo
Hasta La Vista – recomendada pelos próprios devs
Dia do Julgamento – desbloqueada depois, feita pra quebrar gente
Quantia Fácil – continuações infinitas, sem limite de tempo
Cada dificuldade muda:
Ou seja: não é só número inflado. É design de verdade.
Sprites grandes, animações fluidas, cenários cheios de referências. Zero parece genérico. Tudo parece feito com paixão e ódio na medida certa.
A trilha sonora é um espetáculo à segmento: um remix eletrônico 16-bit da trilha do filme, daquele tipo que ficaria rodando em loop enquanto você fingia estudar.
É música que:
acelera o coração
combina com explosão
gruda na memória
Sim, depois que você aprende tudo, o jogo fica mais limitado. Dá pra fechar o modo história em pouco mais de uma hora.
Mas deixa eu ser evidente: isso não é defeito. Isso é DNA.
Jogo retrô bom é assim. Ele não te prende por inchaço. Ele te prende por vontade de jogar de novo.
E se você quiser fazer 100%… prepare-se pra tolerar bonito.
Terminator 2D: No Fate é o jogo que deveria ter existido em 1991. É uma homenagem absurda aos: jogos de ação dos anos 80 e 90, fãs do Exterminador, jogadores que cresceram sem tutorial. Ele respeita o pretérito, entende o presente e não pede desculpa por ser difícil. A tecnologia muda. O hardware evolui. Mas jogo bom é atemporal. Disciplina vence hype. Técnica vence efeito próprio. E nostalgia muito feita vence qualquer engine moderna. 🧓💀 RumbleTech encerrando missão. Hasta la vista, baby.

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