Testamos o FlexStrike e a Pulse Elevate direto da sede da…

Testamos o FlexStrike e a Pulse Elevate direto da sede da…

8 minutos 02/06/2026

Tive o privilégio de viajar até San Mateo, na Califórnia, muito ao lado de San Francisco, para visitar a sede da PlayStation. Fui convidado para testar em primeira mão o novo controle arcade da empresa, o FlexStrike, além das novas caixinhas de som Pulse Elevate. Uma vez que todos sabem que jogos de luta são a minha grande paixão, esse invitação foi muito privativo para entender os novos equipamentos e para trazer uma estudo detalhada sobre o que esperar desses lançamentos.

Agradecemos imensamente à PlayStation pelo invitação e pela oportunidade. Vamos aos detalhes e o que eu gostei e não gostei dos aparelhos.

O que é o FlexStrike e a novidade aposta nos Fighting Games

O FlexStrike surge uma vez que o primeiro controle arcade totalmente projetado e desenvolvido pela própria PlayStation, deixando de lado o histórico de unicamente licenciar marcas de terceiros. O foco do aparelho é totalmente voltado para a comunidade de jogos de luta, aproveitando a explosão de grandes campeonatos e o lançamento iminente de Marvel vs. Capcom Fighting Collection: Arcade Classics. Durante o meu tempo de teste, os produtores me explicaram que, embora o foco seja a pancadaria, o controle possui um botão que permite emular os analógicos L3 e R3, abrindo margem para velejar em outros gêneros.

Nesse sentido, a estratégia da Sony visa o público que frequenta torneios uma vez que a EVO, onde o PlayStation 5 já é a plataforma base solene. Os engenheiros criaram um fight stick focado em portabilidade extrema e facilidade de transporte. Ele funciona tanto no console quanto no PC de forma totalmente sem fio, acompanhando o prolongamento paradoxal do cenário competitivo global.

Design inovador, leveza e a pegada no pescoço

A primeira coisa que me impressionou ao pegar o FlexStrike na mão foi a sua leveza e venustidade estética. Quem joga em controles arcade tradicionais sabe que eles costumam ser trambolhos pesados e desconfortáveis para longas sessões. Não é o caso de todos, mas a maioria que testei era assim. O time de design da PlayStation resolveu isso criando uma carcaça que começa muito fina perto do jogador e vai ganhando espessura na extremidade oposta. O aprimoramento em plástico branco e preto remete diretamente à identidade visual do próprio PlayStation 5 e do DualSense.

Dessa forma, a ergonomia se destaca pelo conforto tanto na mesa quanto no pescoço. A segmento subordinado possui um revestimento emborrachado com magnífico aderência, o que impede o controle de derrapar nas transições mais frenéticas. Eu joguei com ele bem nas pernas e não senti nenhum incômodo, o que valida a proposta premium de conforto que os desenvolvedores prometeram.

Disposição dos botões e usabilidade para novatos

Quem acompanha o meato sabe da minha dificuldade histórica em me adequar a controles arcade tradicionais ou Hitbox, onde frequentemente me perco nos comandos sem olhar para a base. Porém, no FlexStrike eu me encontrei muito mais rápido devido ao tamanho e à disposição inteligente dos botões. Eles não utilizam componentes da marca Sanwa, mas a qualidade e a macieza dos cliques chegam muito perto desse padrão de mercado, gerando pouquíssimo soído na digitação dos combos.

Outrossim, o tela apresenta uma elevação física sutil que separa a dimensão preta da branca. Esse pormenor tátil serve uma vez que um guia para que você perceba se a sua mão saiu da posição correta durante a luta, permitindo a correção do posicionamento sem que você precise desviar os olhos da tela. No entanto, a manutenção pode ser um ponto negativo, já que a carcaça não oferece uma orifício simples por travas uma vez que outros modelos famosos do mercado, exigindo provavelmente o envio para o suporte técnico solene caso um botão falhe.

O sistema imantado de troca de Gates

O manche do FlexStrike traz o que considero a melhor e mais inovadora sacada de todo o projeto: o sistema de substituição de gates. Em controles comuns, você precisa de chaves de racha e paciência para penetrar o aparelho e mudar a restrição da alavanca. Na geração da PlayStation, basta retrair a tampa traseira que é fixada por imãs de forma extremamente firme para ter aproximação inesperado à segmento subordinado do manche.

O controle acompanha três opções de gates que mudam a precisão dos movimentos de conciliação com o jogo de sua preferência. O padrão quadro é ideal para jogos de anime ou personagens de trouxa uma vez que Guile. O octogonal facilita a realização de diagonais perfeitas para Street Fighter e Mortal Kombat. Por término, o padrão circunvalar, que foi o meu predilecto e funcionou melhor para mim, deixa o manche livre e limpo, sendo perfeito para a movimentação 3D de Tekken. Essa facilidade de troca rápida eleva o controle ao status de um verdadeiro “três em um” de muito saudação.

Desempenho sem fio com tecnologia PS Link

Muitos jogadores profissionais torcem o nariz para controles sem fio devido ao susto do detença de resposta (input lag). Para quebrar essa barreira, a PlayStation equipou o FlexStrike com a tecnologia PS Link, a mesma utilizada na traço de áudio da marca. Os produtores me garantiram que a latência de informação via dongle USB fica na moradia de impressionantes 4 milissegundos. Durante os meus testes jogando com o Wolverine no novo Marvel‘s Tokon, a resposta foi imediata e impecável, sem qualquer sensação de detença na realização dos especiais.

Por outro lado, o foco no wireless é tão ofensivo que o cabo USB serve unicamente para carregar a bateria do controle, mantendo a transmissão de dados sempre via rádio. O tempo totalidade de duração da bateria não foi revelado oficialmente, mas o veste de o controle não apresentar funções de vibração áptica ou Rumble deve estender consideravelmente a autonomia longe das tomadas.

Acessórios de luxo e a case solene

Outro ponto que justifica o posicionamento premium do resultado é a inclusão de uma maleta de transporte de magnífico bom palato. Ela funciona uma vez que uma mochila transversal ou bolsa de ombro que cruza o peito do jogador. A case possui divisórias internas ideais para organizar cabos, celulares e o próprio receptor USB do controle.

O grande destaque da mochila é um sistema interno com fixação em velcro que abraça e imobiliza o manche do controle. Essa proteção rígida externa garante que a alavanca não sofra pressão lateral ou quebre durante viagens e deslocamentos para torneios. Saber que essa estrutura de transporte de subida qualidade já está inclusa no pacote solene é um magnífico diferencial competitivo.

O repto do preço e a falta de customização

Apesar de todas as qualidades técnicas e ergonômicas, o FlexStrike enfrentará barreiras duras no mercado latino-americano devido ao preço. Lá fora o controle sairá por 199 dólares, o que na conversão direta e impostos deve posicionar o valor solene no Brasil na mesma filete do DualSense Edge, oscilando entre R$ 1.100 e R$ 1.449. O preço de tábua solene é R$ 1.449,00. É um valor pesado para um equipamento focado em atrair também o público casual. Mas é, provavelmente, o aparelho nativo Playstation com valor interessante para quem é entusiasta e entende mais do objecto.

Nesse sentido, a falta de customização profunda de peças pode alongar os jogadores mais veteranos da categoria hardcore. A maioria esmagadora dos entusiastas de arcade exige a facilidade de trocar botões, fios e artes da carcaça por marcas específicas de sua preferência. O padrão da Sony se comporta uma vez que um ecossistema fechado de fábrica, apostando na segurança da marca PlayStation para invadir o jogador que procura crédito sem precisar entender de modificações técnicas.

Teste surpresa: As caixinhas Pulse Elevate

Aproveitando a nossa visitante ao multíplice de San Mateo, a PlayStation nos colocou em uma sala de testes com a polêmica caixa de som Pulse Elevate. O pregão desse periférico gerou muitas críticas na internet por segmento de jogadores que cobravam a revelação de novos jogos em vez de caixas de som. Eu mesmo fui para o teste sem esperar absolutamente zero, até porque sou um usuário assíduo de headsets e não me considerava o público-alvo do resultado.

Para a minha surpresa, a potência e a fidelidade dessas pequenas caixas me deixaram impressionado. O foco do hardware é atender os jogadores que utilizam monitores em configurações de mesa parecidas com o PC, ou aqueles que sentem dores e desconforto físico ao usar fones de ouvido por muitas horas seguidas. Os engenheiros da repartição de áudio estavam extremamente orgulhosos do resultado e ansiosos para mudar a má sensação deixada no pregão original.

Submersão espacial e eliminação completa de ruídos

As caixas funcionam em uma base magnética de carregamento conectada via USB, mas podem ser posicionadas livremente pela mesa através da conexão PS Link. Testei os aparelhos jogando títulos uma vez que Ghost of Yōtei e Saros rodando em uma build de desenvolvimento no console. Conforme os produtores afastavam as caixas e mudavam o posicionamento na mesa, o som se espalhava de forma tridimensional. A sensação tátil era a de estar utilizando um headset de altíssima qualidade, permitindo identificar com precisão a direção dos passos e ataques dos inimigos no cenário de forma puramente espacial.

Além da qualidade de reprodução, o sistema possui microfones embutidos com um algoritmo de cancelamento de soído inteligente terrível. Durante uma prova na minha frente, o produtor gravou a própria voz com o som do jogo extremamente cimalha na sala. No registo final da gravação, o áudio do jogo desapareceu por completo, destacando unicamente a voz limpa do interlocutor. Embora seja um item de nicho muito específico e que enfrentará dificuldades de vendas devido à resistência da comunidade, é uma engenharia de som isolada fascinante para quem joga em mesas de monitor.

Expectativas e impressões gerais

Screenshot

O FlexStrike se provou um equipamento de primeira traço, ligeiro, preciso e com um sistema de gates fantástico que facilita a vida de qualquer jogador de jogos de luta. A sua chegada ao mercado junto com grandes lançamentos do gênero pode prometer um espaço sólido no ecossistema competitivo do PlayStation 5. Por outro lado, a caixinha Pulse Elevate entrega uma tecnologia de áudio tridimensional de saudação, mas terá um caminho difícil para provar o seu valor devido ao ceticismo do público e ao provável preço proeminente.

Estamos na expectativa de receber os modelos finais em nosso estúdio para realizar testes prolongados de espaço de bateria e desempenho online em condições reais do dia a dia. Fiquem ligados nas próximas coberturas cá no Combo Infinito!

Fonte

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