Início » The Expanse: Osiris Reborn Preview

Depois de proporcionar excelentes experiências de cRPGs com a franquia Pathfinder e Warhammer 40K: Rogue Trader, a Owlcat Games decidiu mudar a trajetória apostando em uma jogabilidade de shooter em terceira pessoa. Desta vez, o estúdio decidiu se aprofundar no universo de The Expanse, uma das populares séries de ficção científica do Prime Video, que recentemente recebeu uma adaptação pela Deck Nine e pela Telltale Games.
Com lançamento para 2027 nas plataformas PC, PS5 e Xbox Series, o Combo Infinito teve a oportunidade de jogar previamente, a invitação da Owlcat Games, uma versão beta de The Expanse: Osiris Reborn.
Depois uma sessão com bastantes diálogos e momentos muito marcantes, compartilharei com você todas as minhas impressões iniciais do novo game da Owlcat Games.
Dissemelhante da adaptação da Telltale Games, que abordou os eventos antes da série live-action, The Expanse: Osiris Reborn se passa simultaneamente aos eventos do final da 2ª temporada e início da 3ª temporada da série de TV (ou durante os livros Caliban’s War e Abylon’s Ashes), concentrando-se no caos da estação Eros. Logo, o jogo irá abordar o período de quarentena de Eros, explorando uma conspiração no sistema solar.
A build oferecia uma missão que se passa relativamente cedo no jogo, depois o protagonista e seu irmão gêmeo, J, escaparem da catástrofe em Eros e tomarem posse de uma novidade nave. Foi-me dada a opção de escolher entre um personagem masculino da Terreno e personagens femininos do Cinturão de Asteroides. Ambos os gêneros podem se individuar em habilidades de solene ou hacker. Logo em seguida, você é jogado em meio a toda essa conspiração espacial.

Por se tratar de uma secção inicial do jogo, conhecemos brevemente alguns dos personagens centrais da trama, o que foi o suficiente para apresentar um pouco do tom da história deste novo game da franquia. Todo o caos apresentado nessa fatia inicial é envolvido em mistérios e tensão dentro dos diálogos, nos quais há a possibilidade de fazer escolhas. Com base nos atributos da dupla de protagonistas e nas habilidades que você escolhe no início, haverá diálogos específicos para se escolher.
Os acontecimentos da prova colocam o jogador de forma instantânea no caos, sem explicar muita coisa. A forma porquê isso vai se desenrolar e revelar o que está oculto fisgou minha atenção. O término da prova desencadeia um momento bastante tenso dentro da narrativa, o que me deixou bastante curioso para o que está além do que joguei.
A missão em questão permitia que eu experimentasse o combate, a movimentação em envolvente de sisudez zero e a vida em uma estação espacial remota. E, embora as movimentações dos personagens não sejam condizentes com a geração na qual estamos, o combate exala, sem vergonha nenhuma, as mecânicas que fizeram Mass Effect ser o que é.


Desde o sistema de cobertura até a ação em tempo real em sinergia com a ação tática, onde é provável programar ataques estratégicos do personagem que você controla e do companion.
Tudo parece funcionar muito e a troca entre a ação em tempo real para a tática flui muito. O grande destaque da prova foi o cenário com a sisudez zero. Toda a física ali presente, simulando a exiguidade da sisudez em momentos de troada e durante uma travessia, convenceu-me do esmero que o estúdio está demonstrando para tornar esta experiência sci-fi a mais marcante provável.


Enquanto avançava na prova, tive aproximação ao sistema de habilidades e porquê ele funciona. Ele é dividido em cinco árvores de habilidades (que envolviam desde habilidades padrão, porquê a vida, até habilidades voltadas à escolha feita no início do game, porquê patrulheiro ou hacker). Outrossim, há também a possibilidade de mudar armas primárias e secundárias, granadas e afins. Enfim, zero muito multíplice de se entender.


Durante toda a prova, estive diante de bruscas quedas de FPS e, embora seja uma versão beta, foi alguma coisa muito marcante e incômodo. Mesmo assim, acredito que até o lançamento isso melhore. Outrossim, alguma coisa que citei no início deste preview, mas que quero dar mais ênfase, é a saudação da movimentação do personagem que o jogador controla. Tudo é muito travado, sem plasticidade, parecendo-se muito com as movimentações dos jogos da era do PS2. Essa particularidade afasta bastante o título de uma experiência que simula o realismo dos personagens, pois todo o resto — no que diz saudação à atmosfera espacial e aos efeitos durante o combate — é imersivo. Não unicamente isso, mas todas as animações de combate sofrem com essas movimentações engessadas.
A Owlcat Games tem bastante tempo até seu lançamento. E espero que esta sentimento ultrapassada das movimentações dos personagens mude para alguma coisa que condiga com a atual geração na qual estamos.


The Expanse: Osiris Reborn pode ser uma ótima pedida para os fãs órfãos de um novo Mass Effect. Todo o seu sistema de combate e ambientação ecoam a popular franquia sci-fi. Sua narrativa também foi alguma coisa que me despertou interesse pela forma porquê a demo apresentou a trama. Todavia, minha preocupação está, de vestimenta, nas movimentações rígidas do personagem que controlamos, muito porquê dos inimigos.
Em resumo, a Owlcat Games ainda tem um longo caminho até seu lançamento, que acontecerá em 2027 nas plataformas PS5, Xbox Series e PC.
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