The Player Who Can’t Level Up Preview

The Player Who Can’t Level Up Preview

4 minutos 24/04/2026

The Player Who Can’t Level Up é um manhwa (o equivalente ao mangá no Japão, só que na Coreia do Sul) de grande sucesso que, assim uma vez que Solo Leveling, recentemente recebeu uma adaptação para os videogames. Desenvolvido pela Tripearl Games, estreante no mercado, nascente webtoon ganhou vida nos games através de um roguelite de ação que chega ao mercado ainda em 2026 no PS5, Xbox Series, Switch 2 e PC.

A invitação do estúdio, o Combo Infinito teve a oportunidade de jogar previamente uma prova, que recentemente ficou disponível na Steam, e na qual eu irei compartilhar todas as minhas impressões neste preview.

Mas sobre o que se trata?

Na webtoon (termo usado para os manhwas publicados online), The Player Who Can’t Level Up conta a história de Kim Gigyu, que desperta uma vez que jogador aos 18 anos, mas fica recluso no Nível 1 por 5 anos, enquanto o mundo ao seu volta evolui. Porém, Kim descobre uma vez que subir de nível através de duas espadas sencientes com personalidades próprias, chamadas de “Egos”. El (punhal branca/criancinha) foca em resguardo, enquanto Lu (punhal negra/esqueleto) foca em ataque. Depois tal invenção, Gigyu procura subir a Torre e fechar Portais, enquanto descobre os mistérios desta torre e seus segredos pessoais.

No game, é contada toda essa introdução de Kim ser um jogador que não consegue evoluir, porém os eventos acontecem posteriormente ele já ter em posse suas duas espadas em um “novo capítulo” e em uma novidade história, onde Kim procura subir uma novidade torre posteriormente o surgimento de um novo portal. Aliás, a narrativa do jogo conta com a colaboração dos autores originais da webtoon.

Nos momentos fora do gameplay, as cinemáticas são apresentadas no estilo de manhwas, e confesso que há carisma nisso. As artes em preto e branco evocam a origem da obra uma vez que ela veio ao mundo. Outro ponto interessante é a interação dos Egos, El e Lu, durante o gameplay, onde sempre estão dialogando com Kim.

De tudo que esteve disponível sobre a narrativa, esta adaptação tem uma vez que intuito expandir o universo para os fãs e ser uma porta de ingresso para a obra original sem precisar ter qualquer conhecimento prévio. Por término, a prova estava localizada em nosso linguagem nativo nas legendas e interface, uma raridade para uma demo, o que indica que no lançamento teremos uma experiência totalmente traduzida para o nosso linguagem.

Um roguelite que precisa ser lapidado

Concebido uma vez que uma experiência roguelite, The Player Who Can’t Level Up traz todos os elementos característicos do gênero. Sua jornada começa em um hub onde você poderá evoluir seus Egos, habilidades e vantagens, uma vez que também será onde você terá chegada à Torre. Conforme você avança, haverá escolhas de habilidades e vantagens, uma vez que em todo e velho roguelike. Porém, cá há um elemento que colocará mais duelo conforme você avança. Conforme você progride, um status negativo cai sobre o personagem, diminuindo de forma gradativa seu HP. Mas isso pode ser contornado.

Saindo de tudo que faz do título um roguelite, seu combate é o grande chamativo. Seus golpes coreografados e cheios de estilo demonstram a identidade da obra. Além dos ataques leves e pesados, há ataques especiais (um modo fúria) e habilidades de proteção ou que deixam os inimigos lentos, por exemplo. Minha única salvaguarda vai para a mecânica de esquiva. A esquiva possui uma barra de carregamento, logo, usá-la é um tanto que exigirá estratégia.

Ressalvas

Porém, para a dinâmica de combate rápida que o jogo oferece, usar nascente método de esquiva prejudicou demais minha experiência. Tudo piora com a quantidade de estamina que a esquiva consome. Só é verosímil esquivar duas vezes. Tentar uma terceira esquiva, caso o combate lhe obrigue a fazer, é a certeza de um golpe na certa. Embora haja vantagens para diminuir o tempo de recarga da esquiva, o elevado consumo da barra não muda.

Enquanto todo o arsenal de Kim parece interessante e pleno de nuances, os inimigos que ele enfrenta não têm o mesmo destaque. Os inimigos se repetem e não possuem um design tão marcante, além de alguns inimigos mais fortes e chefes serem “esponjas” e não reagirem aos ataques, com exceção dos inimigos menores.

Os cenários, por sua vez, parecem se repetir na maioria das vezes. Não há muito carisma. Simples, é uma prova de uma fatia do que o jogo é. Porém, essa fatia que experienciei me transpareceu isso.

Epílogo

The Player Who Can’t Level Up chega aos videogames com a promessa de expandir sua narrativa com uma história inédita em relação à que foi contada originalmente. Quanto à proposta de ser um roguelite, essa abordagem funciona e orna muito muito com o que a obra original evoca, em conferência ao que vimos com Solo Leveling nos games. Entretanto, ainda há muito a lapidar, fazer ajustes e tornar o loop dentro do game um tanto cativante com seus cenários e inimigos, um tanto que não consegui ver nesta demo.

Por término, comente o que você achou do proclamação. Aliás, compartilhe com os amigos e não deixe de seguir nossas últimas notícias e análises de séries e jogos.

Fonte

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