Turok Origins Preview

Turok Origins Preview

4 minutos 18/06/2026

Entre a evolução visual e as dúvidas do gameplay solo

Joguei Turok Origins mais uma vez. Pude testar uma build inédita e totalmente dissemelhante da que joguei no ano pretérito na Gamescom, e agora vou recontar em detalhes tudo o que presenciei.

O jogo em si traz uma releitura e uma bela reimaginada daquele clássico integral do pretérito. A equipe de desenvolvimento trouxe o projeto para a modernidade com características muito interessantes, e a principal delas é a flexibilidade: dá para jogar completamente sozinho ou fechar um time em modo cooperativo com até três pessoas. Esse fator coop funciona muito muito. No meu teste, joguei escoltado estávamos conectados em uma call por voz, o que ajudou demais na informação direta para definir objetivos e traçar nossas estratégias de combate. Foi uma experiência muito divertida com os caras ao longo de dois biomas muito distintos.

O que mais saltou aos meus olhos logo de início foi a evolução visual do projeto. Se eu confrontar com o que vi no ano pretérito na Gamescom, na Alemanha, o gráfico melhorou demais e eu fiquei impressionado. Naquela demostração, eu até comentei que precisava dar uma “colher de chá” por ser uma franquia clássica e querida, mas que os desenvolvedores precisavam trabalhar melhor a identidade visual. Felizmente, eles escutaram. O aperfeiçoamento ainda não está perfeito, mas o upgrade técnico atual é gigantesco e muito perceptível.

Escolhas de arsenal e o impacto tático contra os chefes

Pelo que pude notar nesses trinta minutos de sessão prática, a história do game aparenta ser relativamente rasa. O foco não está em longos diálogos, e as poucas cenas de golpe apresentadas passaram de maneira muito rápida. A grande verdade é que o game foi feito para você lutar o tempo inteiro.

Na tela de seleção, encontrei basicamente as mesmas opções de personagens e armas da build anterior. O sistema oferece três tipos de combatentes que funcionam de forma parecida com classes de RPG. Cada um desses heróis carrega um arsenal muito específico. Se você curte o estilo tradicional da série, pode escolher o guerreiro que utiliza roda e flecha; se preferir uma abordagem mais bruta e direta, há uma opção equipada com uma potente espingarda calibre 12, permitindo jogar conforme a sua preferência.

Eu gostei bastante de fazer as Boss Battles da prova. Nós conseguimos montar estratégias muito legais usando os poderes bacanas de cada personagem, e sinto que esse dinamismo vai aprazer bastante quem é fã de carteirinha da franquia. Por outro lado, a equipe de produção ainda precisa trazer mais ajustes finos para polir a experiência, além de mostrar mais imagens dos biomas inéditos e das futuras classes e armas que pretendem implementar no pacote final. Eu tive uma boa experiência e me diverti, mas o jogo ainda precisa de muito mais teor para performar com força totalidade no mercado.

Por que o jogo ainda não me pegou 100%?

Ao termo da prova,um questionamento me veio a tona: o trajo de o game não ter me convicto plenamente depois dois testes sucessivos em eventos distintos.

A grande questão é que eu me diverti jogando estritamente em modo cooperativo, conversando o tempo todo com o meu esquadrão, discutindo quem nós iríamos matar primeiro e monitorando os movimentos do encarregado. Foi uma interação humana óptimo, mas eu simplesmente não sei uma vez que será a experiência jogando de forma 100% solo. Tenho minhas dúvidas se a jornada solitária conseguirá manter esse mesmo nível de diversão sem a dinâmica da call de voz.

Turok Origins entregou momentos divertidos na feira, mas ainda não me convenceu totalmente. Eles precisam mostrar mais estofo daqui para frente. Continuem acompanhando o Combo Infinito para não perder zero da nossa cobertura da Summer Game Fest e sigam o conduto para mais novidades!

Veredito

Trespassar de uma sessão de jogo com sentimentos mistos faz segmento do trabalho, e Turok Origins me deixou exatamente nessa corda bamba. Fico feliz em ver que a desenvolvedora trabalhou duro para extinguir a má sentimento visual que tive no último teste, entregando cenários muito mais vistosos e dignos da geração atual. O combate com roda e escopeta diverte e tem peso, mas a falta de uma narrativa robusta me faz vincular o sinal de alerta. O cooperativo salvou a minha jogatina no Summer Game Fest, mas o verdadeiro teste desse game será provar que ele consegue divertir um jogador solitário que quer somente caçar dinossauros no sofá de lar, sem amigos ditando táticas no fone de ouvido.

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