Ubisoft demite 40 do estúdio de Splinter Cell | GameHall

Ubisoft demite 40 do estúdio de Splinter Cell | GameHall

3 minutos 20/02/2026

Ubisoft corta 40 pessoas enquanto promete que Splinter Cell segue “firme”…

Eu queria terebrar esse texto fazendo piada ligeiro.

Mas quando envolve deposição, sempre fica aquele palato amargo no moca gamer.

A Ubisoft confirmou que demitiu 40 funcionários da Ubisoft Toronto, justamente o estúdio que está trabalhando no aguardado remake de Splinter Cell.

O oração solene?
“Projecto mais extenso de redução de custos.”

Ah, o clássico patch corporativo 1.0.0:
Otimização de Recursos Humanos™.

Renovação virou o novo normal

Nos últimos anos, a termo “regeneração” virou trilha sonora da indústria.

Ela vem sempre acompanhada de:

No caso da Ubisoft, o pacote inclui:

  • Fechamento do Ubisoft Halifax

  • Cancelamento de projetos uma vez que o remake de Prince of Persia: The Sands of Time

  • E agora cortes em Toronto

Tudo isso dentro de uma estratégia de contenção de custos.

Tradução RumbleTech:
Planilha venceu o stealth.

Mas o remake de Splinter Cell continua… manifesto?

Segundo a empresa, apesar das demissões, o remake do Splinter Cell original segue em desenvolvimento.

E eu quero crer.

Porque Sam Fisher merece voltar com distinção, não uma vez que figurante de regeneração.

Só que vamos falar uma vez que adulto:

Quando você reduz equipe no meio de desenvolvimento AAA, impacto existe.

Pode não ser catástrofe.
Mas impacto existe.

Desenvolvimento não é LEGO que você tira peça e a estrutura fica igual.

Ubisoft Toronto não é estúdio pequeno

Estamos falando de um estúdio com muro de 500 funcionários.

Foi responsável por:

  • Splinter Cell: Blacklist

  • Watch Dogs: Legion

  • Far Cry 6

E ainda colaborou com:

Não é time de fundo de garagem.

É peça estratégica dentro da Ubisoft.

E mesmo assim, namoro aconteceu.

O problema maior: AAA custoso demais

Vamos encarar o elefante invisível na sala:

Produção AAA ficou absurdamente faceta.

Motor gráfico novo, conquista de movimento, dublagem multilíngue, marketing global, infraestrutura online.

Se o jogo não explode em vendas, o impacto financeiro é brutal.

E a Ubisoft vem enfrentando anos complicados.

Projetos adiados.
Títulos aquém do esperado.
Ações pressionadas.

O mercado não perdoa.

Splinter Cell precisa voltar poderoso

O remake de Splinter Cell não pode ser morno.

Ele precisa:

Sam Fisher não é personagem para meio termo.

Ele é infiltração, silêncio, tensão.

Se o remake transpor genérico, será pior que não lançar.

O padrão preocupante da indústria

O que me incomoda não é exclusivamente o número 40.

É a repetição do padrão.

Estúdios crescem.
Projetos ambiciosos surgem.
Mercado esfria.
Cortes começam.

É ciclo quase anual agora.

E sempre com oração de “adaptação ao cenário atual”.

Ironia do momento

A Ubisoft fala em redução de custos enquanto desenvolve jogos que custam centenas de milhões.

É uma vez que trinchar moca para forrar enquanto constrói prédio novo.

Funciona no limitado prazo.

Mas não resolve estrutura de longo prazo.

O lado humano que não aparece no trailer

Quarenta profissionais não são estatística.

São programadores, artistas, designers.

Gente que talvez estivesse modelando sombra dinâmica da lente noturna de Sam Fisher.

E agora precisa atualizar LinkedIn.

Sempre que indústria fala de “redução estratégica”, alguém perde firmeza.

Isso nunca pode ser tratado uma vez que pormenor menor.

O que esperar daqui pra frente?

O remake continua, segundo a Ubisoft.

E espero sinceramente que continue muito.

Splinter Cell merece retorno digno.

Mas a indústria precisa encontrar estabilidade entre:

  • Graduação

  • Sustentabilidade

  • Originalidade

Porque trinchar equipe virou instrumento recorrente demais.

Desenlace do gamer cansado mas sisudo

Eu faço piada porque sarcasmo ajuda a digerir notícia amarga.

Mas a verdade é simples:

A indústria AAA está pressionada.

E quando pressão aumenta, cortes acontecem.

Tomara que o remake de Splinter Cell prove que ainda existe espaço para:

Stealth muito feito.
Jogo focado.
Produção inteligente.

Porque Sam Fisher já operou no escuro.

Mas a Ubisoft precisa operar na luz da responsabilidade.

Fonte

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