Ubisoft tem 1.200 funcionários em greve contra cortes e retorno…

Ubisoft tem 1.200 funcionários em greve contra cortes e retorno…

3 minutos 12/02/2026

Protestos, pressão interna e um estúdio em ebulição

A Ubisoft vive dias turbulentos nos bastidores. O que começou uma vez que um período de renovação silenciosa rapidamente se transformou em um cenário de tensão, insatisfação e manifestações públicas. Corredores antes focados em produção agora ecoam debates sobre condições de trabalho, firmeza e porvir profissional.

Aliás, relatos de equipes sobrecarregadas, salários congelados e estúdios operando com menos pessoal intensificaram o desgaste. Enquanto isso, a direção manteve o projecto de redução de custos, mesmo diante de críticas internas. Consequentemente, o clima ficou cada vez mais pesado.

Por término, a situação explodiu de vez quando pelo menos 1.200 funcionários da Ubisoft entraram em greve por três dias, em resposta direta aos cortes, fechamentos de estúdios, demissões e à exigência de retorno obrigatório ao trabalho presencial.

Funcionários da Ubisoft criticam liderança

Ubisoft

Segundo o sindicato Solidaires Informatique, a paralisação começou em 10 de fevereiro. Marc Rutschlé, representante sindical, afirmou que a gestão atual perdeu o contato com a veras das equipes. Para ele, Yves Guillemot não demonstra compreensão sobre as necessidades dos próprios funcionários.

“Neste momento, parece-nos evidente que Yves Guillemot não tem conhecimento nem compreensão da sua empresa ou dos seus funcionários”, declarou. Ele ainda ressaltou que as equipes trabalham sob poderoso pressão, muitas vezes com pessoal insuficiente, e que há anos não recebem aumentos salariais relevantes.

Uma vez que resultado, sindicatos passaram a tutorar claramente a saída do CEO. Para secção dos trabalhadores, a crédito na liderança simplesmente deixou de viver.

Retorno obrigatório ao escritório vira rastilho

Outro ponto mediano do conflito envolve a exigência de retorno presencial. Muitos funcionários organizaram suas vidas longe de Paris e de outros polos da empresa. Portanto, voltar cinco dias por semana ao escritório representa um dispêndio financeiro e pessoal difícil de sustentar.

Nas manifestações, cartazes chamaram atenção com frases diretas uma vez que “Investidores não fazem jogos. Nós fazemos” e “Viagem rápida só existe em jogos. Não brinquem com as nossas vidas”. As imagens circularam nas redes sociais.

Aliás, o usuário Mando, do BlueSky, compartilhou fotos e vídeos do ato, mostrando a mobilização dos trabalhadores contra as decisões corporativas.

A tensão escalou ainda mais em seguida o caso de David Michaud-Cromp, líder de design de níveis, que afirmou ter sido exonerado depois de criticar publicamente a política de retorno presencial. A Ubisoft declarou que ele violou o Código de Conduta interno, mas o incidente aumentou a revolta entre colegas.

Representantes sindicais também apontaram problemas estruturais na gestão, incluindo nepotismo e falta de pluralidade em cargos de liderança. Para muitos funcionários, a única saída viável seria uma mudança completa no comando da empresa, começando pela saída de Guillemot.

O que isso significa para os próximos jogos da Ubisoft?

Embora a empresa continue operando normalmente, a paralisação evidencia um momento quebrável. Greves, demissões e desgaste interno costumam afetar diretamente cronogramas, produção e moral das equipes. Portanto, projetos futuros podem tolerar impactos indiretos.

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Manadeira: GamesIndustry.biz

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