Início » UNBEATABLE mistura ritmo, anime punk e rebeldia musical

✨ MAGALI ‘PIXEL’ SUSANA MODE CAÓTICO-FOFO-ATENTO-E-DESATENTO AO MESMO TEMPO (TDAH EDITION) ✨ (som de fone de ouvido torto, playlist punk tocando, pensamento indo e voltando, “pera, isso me lembra um anime”, “nossa, isso parece um clipe da MTV”, “ai meu Deus, eu esqueci o que eu ia redigir”, mas seguimos)
Vou principiar sendo honesta (uma vez que sempre): UNBEATABLE é aquele tipo de jogo que não pede licença pra entrar na sua cabeça. Ele simplesmente chega, liga uma música subida, pinta o mundo de neon, joga anime + punk + revolta juvenil + traumatismo emocional na mesa e diz:
“Oi, música é transgressão. Vamos fazer crimes.”
E eu, claramente, aceitei.
Mas deixa eu organizar isso — ou tentar, porque né, TDAH cá, mas prometo que a bagunça tem sentido.
Existe uma dor específica em deslindar um tanto tarde demais. Tipo chegar numa filarmónica quando ela já tem camiseta, lore, tatuagem e pessoas discutindo teorias no Twitter desde 2021.
Foi assim comigo.
Eu vi o trailer final de UNBEATABLE meses detrás e pensei: “Ok, isso cá é anime estilizado + punk + jogo de ritmo + narrativa… isso foi feito PRA MIM.”
Entrei no Steam, vi que tinha demo, joguei, me apaixonei…
E aí descobri que:
O jogo foi financiado no Kickstarter em 2021
Já existia uma demo antiga chamada UNBEATABLE [white label]
E pior: ela já estava na minha livraria há anos e eu nunca joguei
Sim. O TDAH ataca novamente. Essa informação doeu fisicamente.
UNBEATABLE se passa num mundo meio indefinido — um tanto entre Japão anos 90, pós-apocalipse estilizado, anime urbano e clipe de rock recíproco da MTV.
A premissa é simples e maravilhosa:
🎵 Música é ilícito
👮♂️ Existe uma polícia opressora
👾 Criaturas chamadas Silence surgem da música
🎸 E você… toca música mesmo assim
Você joga uma vez que Beat, uma protagonista com pretérito misterioso, rosto de quem já brigou com o sistema antes e vai pleitear de novo. Ela se junta a Quaver, uma pequena que quer se reconectar com o pretérito dos pais — músicos de uma era onde música ainda era permitida.
Ou seja: é sobre memória, sentença, arte uma vez que resistência.
Zero sutil. E eu senhor isso.
Durante boa secção do jogo, UNBEATABLE é perfeito em um tanto muito difícil: lastrar humor contraditório, sátira à domínio, personagens carismáticos e momentos emocionais reais.
O grupo principal cresce rápido no coração. As trocas de diálogo são ótimas, as piadas funcionam, e até os vilões não são só “vilões de papelão”.
É aquele tipo de jogo que te faz rir… e de repente te faz parar e pensar: “ok, isso ficou sério.”
Mas aí… (respira fundo)
Na reta final, a história quer proferir muita coisa ao mesmo tempo. E uma vez que uma pessoa com TDAH que já estava com 17 abas emocionais abertas, eu senti:
🌀 ideias boas demais
🌀 simbolismo demais
🌀 explicação de menos
O resultado? Terminei o jogo mais confusa do que satisfeita.
Eu tenho certeza absoluta de que esse é o tipo de narrativa que vai render:
Mas sozinha, no modo review? Eu fiquei com a sensação de que faltou aterrissar melhor.
Vamos falar do coração do jogo:
o ritmo.
Cá temos:
Dois botões
Dois “lados” (superior e subalterno)
Um pouco no estilo Muse Dash, mas com identidade própria
Os inimigos vêm uma vez que criaturas Silence, você acerta no tempo notório, segura notas, evita obstáculos, bate, pula, desvia.
Até cá, tudo ótimo.
A sacada legítimo é quando o jogo abre quatro pistas visuais, mas mantém só dois botões. Isso exige atenção espacial e leitura rápida — um tanto que meu cérebro AMA… até não amar mais.
Porque em dificuldades altas, com:
Meu cérebro entrou em modo:
“SOCORRO, ONDE EU OLHO???”
E curiosamente: aumentar a velocidade das notas piora a leitura, um tanto vasqueiro em jogos de ritmo.
Visualmente, ficou demais pra mim em certos momentos. Lindo? Sim. Legível? Nem sempre.
Se tem um lugar onde UNBEATABLE vira um vício delicioso, é no Modo Arcade.
Cá temos:
✔️ músicas desbloqueáveis
✔️ dificuldades variadas
✔️ leaderboard online
✔️ modificadores insanos
✔️ desafios secretos que parecem enigmas
É o tipo de modo que eu volto só pra “jogar uma música”… e quando vejo, passou uma hora.
Esse modo sozinho já justificaria o jogo pra quem governanta rhythm games.
Cá vem meu maior problema com o jogo.
Fora os momentos de ritmo, o jogo vira quase um adventure: caminhar por cenários, falar com pessoas, interagir com objetos.
O problema? ANDA-SE DEMAIS.
Muito tempo segurando direcional e esperando a Beat chegar em qualquer lugar. Pouco diálogo. Pouca interação.
E se você se perde (o que acontece), prepare-se para:
🔁 voltar
🔁 ir
🔁 falar com todo mundo
🔁 estreitar tudo
🔁 lembrar que você pode pular (sim, isso é importante)
Teve um trecho em esgoto (porque TODO JOGO TEM ESGOTO) que eu lucro… meu cérebro desligou.
Mesmo com tardança, encontrei:
Os devs avisaram que isso seria revisto no lançamento — e eu realmente espero que sim — porque esses problemas quebram o ritmo emocional.
E UNBEATABLE vive de ritmo.
Agora deixa eu ser 100% sincera:
✨ A ARTE É LINDA.
✨ A MÚSICA É ABSURDA DE BOA.
Os personagens parecem saídos de um anime indie estilizado. As cutscenes animadas são maravilhosas. Os cenários 3D chunky lembram Necrobarista. E a trilha sonora? Meu Deus.
Lo-fi punk
Indie rock
Garage
Um pouco de eletrônico
Tudo ORIGINAL. Zero de música licenciada — e mesmo assim, melhor que muita trilha famosa.
É o tipo de OST que eu já coloquei na playlist pra trabalhar… e pra pensar na vida… e pra permanecer levemente revoltada com o sistema.
🌈 UNBEATABLE é caos, arte, coração… e algumas falhas. Se eu avaliasse só pela vibe? 10/10! jogaria de novo, indicaria pra amigos estranhos, faria fanart. Mas uma vez que jogo completo? Ele quase chega lá. A história é boa, mas tropeça no final. A jogabilidade é ótima, mas às vezes confusa. O ritmo é incrível, mas quebrado por andanças vazias. Os bugs atrapalham mais do que deveriam. Mesmo assim? UNBEATABLE é peculiar. É aquele jogo que você lembra não porque foi perfeito… mas porque tentou um tanto dissemelhante, com personalidade, com coragem e com estilo. E pra mim, isso já vale muito. UNBEATABLE não é um jogo sobre tocar música. É um jogo sobre por que a gente toca música, mesmo quando o mundo diz que não pode. E mesmo tropeçando, ele toca cima. 🎸✨

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