Valve desafia processo do Estado de Nova York e defende mercado de itens digitais

Valve desafia processo do Estado de Nova York e defende mercado de itens digitais

2 minutos 13/03/2026

A Valve respondeu ao processo movido pelo procurador-geral do Estado de Novidade York e defendeu o mercado de itens digitais presentes em jogos da Steam. A empresa afirma que sistemas de loot boxes presentes em títulos porquê Dota 2, Counter-Strike 2 e Team Fortress 2 não configuram jogos de contratempo.

O processo acusa a companhia de permitir práticas semelhantes a apostas por meio de caixas com recompensas aleatórias. Em resposta, a empresa liderada por Gabe Newell afirmou que esses sistemas são comparáveis a produtos colecionáveis do mundo real.

Valve compara loot boxes a cartas colecionáveis

No expedido divulgado pela empresa, a Valve argumenta que os itens obtidos em caixas funcionam de maneira semelhante a produtos porquê pacotes de cartas colecionáveis, incluindo exemplos porquê Magic: The Gathering.

Segundo a empresa, os itens adquiridos nesses jogos são puramente cosméticos e não oferecem vantagens competitivas. Dessa forma, jogadores que optam por não gastar numerário continuam tendo a mesma experiência de jogabilidade.

A Valve também destacou que esses sistemas fazem secção de um mercado do dedo construído ao longo de anos, que envolve trocas entre usuários e movimenta a economia interna dos jogos.

Disputa envolve troca e venda de itens

Um dos pontos centrais da disputa envolve a possibilidade de trocar ou vender itens digitais.

A procuradoria de Novidade York quer que a Valve impeça que usuários comercializem conteúdos obtidos em loot boxes. Para a empresa, essa medida seria um ataque direto aos direitos dos consumidores.

A Valve argumenta que permitir a venda ou troca de itens é semelhante ao que ocorre com cartões colecionáveis ou objetos físicos, onde os usuários podem negociar livremente produtos que já possuem.

Empresa critica exigências sobre monitoramento

Outro ponto levantado pela Valve envolve as exigências técnicas feitas pelas autoridades.

Segundo a empresa, satisfazer as solicitações da procuradoria exigiria tecnologias de monitoramento mais invasivas, além de verificações de idade adicionais e mecanismos para impedir o uso de VPN.

A companhia afirma que essas medidas poderiam afetar a privacidade dos usuários e impor regras que vão além do que a legislação estadual atualmente determina.

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