Yakuza 0 Director’s Cut para PlayStation 5 – Análise – Vale a Pena – Review

Yakuza 0 Director’s Cut para PlayStation 5 – Análise – Vale a Pena – Review

8 minutos 08/12/2025

Yakuza 0 é um prequel da franquia Yakuza lançado globalmente em 2017 uma vez que um restrito de PlayStation 4, sendo posteriormente portado para o PC e Xbox One. O título marcou o início da subida da franquia no oeste e agora recebe uma versão definitiva para PlayStation 5, Yakuza 0 Director’s Cut, que promete novidades uma vez que um novo modo de jogo, cenas adicionais e mais opções de legendas, inclusive o português brasiliano. Mas será que a novidade versão de Yakuza 0 vale a pena?

Vale salientar que o foco desta estudo é a versão de PlayStation 5 e as melhorias e diferenças do jogo em relação as outras versões.

As tramas de origem

Yakuza 0 conta a história de origem de duas grandes lendas da franquia, Kiryu Kazuma e Goro Majima no final do ano de 1988 no Japão.

Kiryu é apresentado uma vez que um jovem yakuza violento e impulsivo na cena inicial, na qual ele faz a coleta de verba de um varão em um lote vazio. Ele o machuca bastante, porém o deixa vivo ao transpor. Pouco tempo depois, é revelado que o varão foi assassinado com um tiro e Kiryu vira o principal suspeito, sendo necessário transpor do clã Tojo para proteger seus superiores de retaliação interna, pois – além do assassínio – o lote em questão fica em um terreno importantíssimo para os negócios imobiliários da yakuza e a investigação policial impedia qualquer progresso na compra do lote. Portanto, o jovem segmento em procura de encontrar quem está por trás do assassínio para provar sua inocência e voltar ao Tojo.

A história de Goro, por outro lado, mostra-o uma vez que o gerente de um cabaret club de sucesso em Sotenbori, divulgado uma vez que Grand, no qual ele trabalha. Todavia, o possessor do estabelecimento é um grande patriarca da yakuza – neste caso, pertencente à Associação Omi, um clã rival do Tojo – que continuamente o pressiona por mais verba. Majima detesta essa vida, mas precisa continuar uma vez que gerente por pretexto de uma cilada que caiu no pretérito. Até que, em um perceptível dia, o patriarca oferece uma oportunidade para ele quitar seu débito definitivamente: matar uma pessoa com o nome de “Makoto”. Majima aceita o entendimento e acaba em um conflito muito maior do que era verosímil imaginar.

O jogo apresenta a história de Kiryu e de Majima de forma intercalada a cada dois capítulos, e no universal o ritmo funciona muito para os dois. Isto é, nunca apresentam informações demais a ponto de deixar o jogador perdido e a curiosidade de saber o que está acontecendo sempre precisa ser saciada. Também há breves recapitulações nas transições de personagem para ajudar a lembrar os principais eventos até o momento. Todavia, é verosímil que alguns jogadores achem o ritmo do jogo lento, principalmente nos capítulos introdutórios.

Em síntese, a história de Yakuza 0 é uma das mais aclamadas da franquia. A versão Director’s Cut não mudou muita coisa em relação à história principal, exclusivamente adicionaram algumas cutscenes que complementam o enredo da versão original, deixando mais simples o desfecho de eventos específicos, mas sem promover alterações expressivas no cânone.

A experiência completa de Yakuza 

Yakuza 0 Director’s Cut para PlayStation 5 – Estudo – Vale a Pena – Review

A gameplay da franquia Yakuza segue uma receita de bolo criada em Yakuza (2005), a qual consiste em um misto combate de luta de rua 3D, minigames e missões secundárias – chamadas de sub-histórias. Yakuza 0 Director’s Cut mantém o legado da versão original e entrega uma das melhores execuções dessa receita, além de juntar um modo de jogo inédito.

A saudação do combate, ele segue uma partilha por estilos, sendo um rápido e frágil, um equilibrado e outro potente e lento – para o Kiryu – enquanto o Majima também tem três estilos baseados nessa mesma dinâmica, porém a variedade de movimentos dos estilos dele acabam sendo mais expressivas e diferenciadas que as do Kiryu. Ambos contam com um quarto estilo extra para desbloquear através do teor secundário.

Sobre os minigames, Yakuza 0 é um dos mais completos da franquia. Tem baseball, gerenciamento de cabaret, arcades clássicos da SEGA uma vez que Out Run, vários jogos de contratempo japoneses – uma vez que Mahjong – e clássicos de cassino uma vez que poker em várias modalidades.

As sub-histórias de Yakuza 0 Director’s Cut são extremamente variadas e divertidas, estão recheadas de referências aos jogos da saga e são um prato pleno para quem não conhece a fórmula pegar palato e quem já patroa relembrar as boas memórias do que viveu na franquia.

Por termo, a última soma de Yakuza 0 Director’s Cut é o modo “Red Light Raid”, dos quais foco é o online cooperativo, mas pode ser jogado em modo singleplayer com ou sem pedestal de aliados controlados pela cpu. Essa é a novidade mais sem perdão da versão Director’s Cut, pois o modo é basicamente um complicado de 60 opções de estilos de luta para enfrentar hordas de inimigos iguais aos da campanha. Já é um modo complicado de se indicar para jogar com os amigos pelo potencial das sessões ficarem chatas e repetitivas rápido, jogando solo logo é pedir para sentir tédio. Infelizmente, é um caso de era melhor nem ter.

Desempenho no PlayStation 5

Sobre as mudanças específicas que há entre jogar a versão de PlayStation 4 e a de PlayStation 5 em um PlayStation 5 geral, há pouco que se falar em relação à performance do jogo em si. É mais valor da qualidade da versão de PlayStation 4 do que um demérito da versão de PlayStation 5, diga-se de passagem. Em termos de framerate e firmeza não houve diferença expressiva entre as versões. Jogando é verosímil sentir um pouco mais de fluidez e responsividade nos comandos, mas é uma diferença que na prática é difícil de ter alguma relevância na história principal.

Em relação a solução e nitidez, entretanto, é notável que a versão Director’s Cut possui um salto de definição em relação a de PlayStation 4. É mais um caso de, na prática, não mudar muita coisa, mas pelo menos nesse paisagem é visível que há uma melhoria considerável em prol da versão novidade.

Voltando à responsividade dos comandos, onde mais se nota a diferença é nos minigames que exigem precisão dos comandos, uma vez que o karaokê. Era muito clara na versão original a urgência se de restringir o botão antes do marcador atingir a referência visual na tela para conseguir assestar a nota, fator que mudou para melhor no PlayStation 5: agora, além da referência visual ser mais fidedigna, até há uma margem de erro levemente mais generosa devido ao lucro de precisão que a resposta do controle tem.

Todavia, o karaokê e outros minigames que usem as cores dos botões em específico uma vez que uma referência facilitar na versão novidade vão ser mais difíceis de jogar, pois a palheta de cores única do PlayStation 5 tirou a possibilidade de identificar os botões a partir das cores. Apesar do estúdio ter a possibilidade de ter pensando em uma solução própria para o problema, uma vez que conseguiu fazer no minigame de dança atrelando as cores a outro elemento da interface, esse é um problema que a própria Sony acabou criando para os desenvolvedores no PlayStation 5 no que diz saudação a acessibilidade e na adaptação de qualquer jogo que foi pensando com o controle mais tradicional do PlayStation em mente.

Em relação às melhorias de qualidade de vida, agora é verosímil salvar em qualquer segmento do planta – enquanto na versão de PlayStation 4 era necessário deslocar-se até um telefone público, o ponto de save. Salvar também é muito mais rápido e dinâmico pelo bom uso do SSD na versão novidade. São ajustes pequenos, mas que uma vez que um todo agregam de forma positiva na experiência do usuário com o software.

Demais, há uma gama de problemas que não deveriam estar presentes na versão “definitiva” do jogo. É fácil encontrar inconsistências nas legendas e erros de tradução, uma vez que – por exemplo – o estilo brawler sendo traduzido uma vez que “briguento” na interface do combate e “desordeiro” na lista de 100% e a vocábulo “party” sendo traduzida uma vez que “equipe” no minigame de cabaret, dos quais contexto deixa simples que deveria ser traduzido uma vez que “sarau” ou alguma coisa nesse sentido.

Por quase todo o jogo, caixas de diálogo apresentam pontos sem um motivo específico para isto, o que prejudica a leitura e versão das cenas. Inclusive, caixas de diálogos muito pequenas, uma vez que as máquinas de sonhos, simplesmente são inviáveis de ler. Por termo, esses problemas uma vez que um todo não estragam a experiência da versão novidade, porém eles contribuem para que seja menos atrativa e pareça menos “definitiva” que a original.

Yakuza 0 Director’s Cut no PlayStation 5 Vale a Pena?

Yakuza 0 Director's Cut para PlayStation 5 – Análise – Vale a Pena – ReviewYakuza 0 Director's Cut para PlayStation 5 – Análise – Vale a Pena – Review

A versão Director’s Cut promete ser a versão definitiva de Yakuza 0 e, no termo, acaba parecendo mais um remaster simples com pequenos problemas para justificar o relançamento do jogo no natalício de 20 anos da saga, coincidentemente também 10 anos posteriormente o lançamento de Yakuza 0 original no Japão.

Em termos de teor, sem as cutscenes novas – que não acrescentam tanto a experiência e para alguns fãs até pioram o enredo – e as melhorias de solução, seria muito difícil honrar a versão novidade da original, o que novamente diz mais da qualidade do Yakuza 0 original do que necessariamente de baixa qualidade da versão Director’s Cut.

Enfim, o veredito para Yakuza 0 Director’s Cut no PlayStation 5 é que, apesar da novidade versão ser basicamente igual a anterior com meia dúzia de novidades que agregam pouco teor e alguns problemas técnicos, ele é um jogo óptimo e indispensável para quem quer saber a saga Yakuza. Desse modo, a versão de PlayStation 5 vale a pena se a legenda em português é uma urgência, já que essa foi a soma mais relevante da versão Director’s Cut.

Vale ressaltar que aqueles que possuem a versão do dedo de PlayStation 4 têm recta a um desconto significativo no upgrade para a Director’s Cut de PlayStation 5.

Estudo feita com uma chave para PS5 cedida pela publisher.

 

Resumo para os preguiçosos

Yakuza 0 Director’s Cut para PlayStation 5 é uma versão novidade muito parecida com a de PlayStation 4 – via de regra é o mesmo óptimo jogo. Houve melhorias de qualidade de vida, solução, responsividade, adicionaram algumas cenas novas, um modo horda sem perdão e, o mais importante para os brasileiros, legendas em português. Também há problemas técnicos nos textos. Quem tem a versão do dedo de PlayStation 4 pode fazer um upgrade mais barato.

Nota final

Saiba mais sobre os nossos métodos de avaliação lendo o nosso Guia
de
Reviews
.

Prós

  • História óptimo
  • Melhor porta de ingresso para a franquia Yakuza
  • Mais opções de legenda, inclusive português
  • Melhor responsividade e solução

Contras

  • Início pode ser lento/esgotante para algumas pessoas
  • Baixa variedade de inimigos do início ao termo do jogo
  • Poucas novidades em relação a versão de PlayStation 4
  • Problemas técnicos nos textos

Fonte

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