Mortal Shell 2 – Análise – Vale a Pena – Review

Mortal Shell 2 – Análise – Vale a Pena – Review

8 minutos 17/08/2026

Mortal Shell encontrou um relativo sucesso no seu lançamento em 2021, sucesso o suficiente para prometer a existência de uma sequência muito mais ambiciosa que promete emendar as principais reclamações do primeiro jogo. Mas será que Mortal Shell 2 vale realmente a pena? É o que vamos desenredar na estudo de hoje.

Vou ser muito direto com vocês: eu não gostei de Mortal Shell 1, achava a gameplay, câmera e animações muito esquisitas e que não combinava com um bom Souls, isso me fez torcer o nariz para o pregão do 2, mas é com muito prazer que já abro a review dizendo que Mortal Shell 2 subverteu todas as minhas expectativas e se tornou um dos melhores Souls-like do ano.

Você controla Harbinger, um ser que sai na procura de restaurar os ovos da “mãe eterna”, ser mítico que controlava tudo no pretérito mas que hoje em dia está fraco e em estado dormente. Estes ovos estão protegidos por ladrões que se apossaram deles e conseguiram grande poder. Nosso objetivo é chegar até eles, descer a porrada nesses ladrões e trazer de volta os ovos da mãe.

Harbinger é capaz de trocar de corpos, que o jogo labareda de “cascas”, e cada uma das cascas tem habilidades únicas e distintas que funcionam uma vez que uma build que você uma vez que jogador pode trocar e substituir quando quiser ao mudar de casca. Essa teoria das cascas já existe desde Mortal Shell 1 e era o diferencial daquele jogo em relação aos outros Souls da quadra. Agora no 2, os desenvolvedores expandiram a teoria para um mundo ingénuo super conectado, com um combate muito mais polido e que funciona muito muito.

A história em si é unicamente um bom tecido de fundo para produzir esse mundo devastado por seres misticos e poderosos, funcionando muito muito para esse propósito, o jogo realmente brilha é em seu combate e exploração.

Mortal Shell 2 – Análise – Vale a Pena – Review

Temos uma variedade lítico de armas que podemos combinar com qualquer uma das cascas, que variam entre brutamontes lentos, mas com ataques poderosos e ladrões ágeis capazes de permanecer invisíveis por alguns momentos. As armas mudam bastante o jeito de jogar e sinto que são muito equilibradas: armas rápidas combinam muito com cascas ágeis e é provável ir até o termo do jogo confiando 100% na facilidade de esquiva dessa combinação, enquanto cascas pesadas combinadas com armas grandes são lentas, mas com uma capacidade de vertigem que justifica o risco da lentidão.

Também temos as chamadas “pedras de tar” que funcionam uma vez que os anéis de outros jogos, ganhando status e habilidades extras ao equipá-las nos slots adicionais. Comecei o jogo com a casca do ladrão, que fica invisível por alguns segundos e combinei com pedras de tar que melhoravam minha esquiva. Depois disso fui testar uma novidade casca que encontrei de um brutamonte que consegue recarregar as poções de vida ao matar inimigos e tem um ataque de punho poderoso capaz de estontear qualquer inimigo, acabei indo até o termo do jogo com essa build ao combinar com pedras de tar que davam bônus de vertigem e melhorava a eficiência da minha trato.

Ambos os estilos são completamente diferentes e funcionaram muito muito, sinto que esse jogo conseguiu descobrir aquele estabilidade vasqueiro que contempla todo tipo de gameplay, sendo capaz de aprazer a maioria das pessoas com diversos tipos e abordagens de combate.

Além de um bom combate, o jogo também tem uma boa exploração que recompensa a curiosidade e um design de planta muito inteligente, só de trespassar explorando por aí você acaba encontrando muitos itens úteis pra sua build e se deparando com atalhos e lugares que nem sabia que era provável chegar.

Ao iniciar o jogo, jurava que ele era mais mundo ingénuo daqueles que são unicamente para seguir tendência, tivemos exemplos ruins de jogos indo para esse protótipo esse ano e prejudicando demais a experiência, uma vez que Code Vein 2 e o recém lançado Beast of Reincarnation: 2 jogos que tinham um bom combate mas que foram completamente mergulhados pela mediocridade de um mundo inchado e sem perdão de explorar. Mas os desenvolvedores de Mortal Shell 2 mostraram que sabiam o que estavam fazendo e a forma uma vez que o jogo e a gameplay é guiada te leva naturalmente a querer que ele seja mundo ingénuo.

Trespassar por aí olhando cada cantinho é prazeroso e recompensante, os chefes e encontros que nos deparamos ao simplesmente trespassar por aí são muito legais e o jogo exala originalidade nos pequenos detalhes, e é justamente isso que faz ele combinar tão muito com a fórmula de mundo ingénuo. O jogo também não tenta dar um passo maior do que a perna e o mundo é relativamente modesto em tamanho, mas referto de bom teor em toda esquina que viramos, encontrando o equilibro perfeito entre densidade e tamanho.

E ainda nem começamos a falar cá da cereja do bolo do combate exploração que são os chefes, um bom Souls não pode falhar em entregar lutas empolgantes e cá todos os chefes principais são muito muito feitos e a grande maioria dos secundários são muito divertidos também. O design dos chefes é de eriçar e cada um deles é único a sua própria maneira, cada vez que você pensa que viu um dirigente foda, o próximo chega e se torna ainda mais foda.

Além do design, as lutas de chefes também são muito únicas e criativas. Um dos chefes principais tem uma gládio enfiada na face e ele usa ela pra hostilizar com diversos combos malucos, daí vamos pro próximo dirigente e ele é uma velha em cima de uma cadeira de rodas que tem um escapamento de queimação que usa para provocar dano em superfície. Cada dirigente deixa evidente que aquilo só poderia ter saído de uma equipe criativa extremamente competente.

Honestamente, o único defeito do jogo no combate e exploração é que ele não te deixa explorar muito muito as outras possibilidades de builds, já que é extremamente custoso upar uma arma. Ao longo da jogatina eu fiquei sem moeda até mesmo para aprimorar a arma que eu escolhi desde o primórdio do jogo, imagina querer trocar de arma pra testar builds novas e testar coisas. Felizmente é um erro relativamente simples de resolver e basta melhorar o drop de moedas dos inimigos para resolver isso.

Mudando para o ponto da direção de arte, esse é mais um tópico que o jogo não decepciona, apesar de subsistir algumas ressalvas. Mortal Shell 2 é lindo, cada esquina do planta é vivo e muito muito montado com cada novidade paisagem dando vontade de tirar print da tela pra zelar. A principal salvaguarda é que essa região de floresta é grande demais, sendo muro de 60 a 70 % do jogo, ficando um pouco repetitivo algumas vezes. O jogo tem variedade com mapas de neve, floridos e lugares totalmente queimados que causam bom contraste, mas sinto que faltou lastrar mais de forma universal, demoramos demais pra chegar nesses lugares e quando chegamos eles acabam passando muito rápido.

Outro ponto que poderia ser melhor é que alguns mapas são visualmente parecidos demais entre si, mormente dentro das masmorras espalhadas pelo mundo ingénuo. Tem lugar que entrei e não tinha certeza se já tinha pretérito ali ou não porque a montagem do cenário era praticamente um CTRL C e CTRL V de outro lugar. Talvez o indumentária de ser Unreal Engine 5 não ajude muito também, já que quando um jogo tenta retirar pro hiper-realismo nessa engine, ele acaba ficando parecido demais com outros jogos nessa mesma risca e é preciso uma visão artística mais poderoso pra que isso não aconteça, e cá em alguns momentos tive a sensação de cenários de que, apesar de muito bonitos, eram genéricos também, o deserto mesmo parece exatamente o mesmo deserto que aparece em jogos uma vez que Wukong e Wuchang.

Simples, de forma universal o trabalho é muito feito, mormente considerando que é uma equipe extremamente pequena, entregar um jogo tão rotundo assim levando isso em conta é praticamente um milagre.

O jogo também tem poucos bugs, os mais comuns são visuais uma vez que a animação do boneco travando, o elevador teletransportando quando você puxa a alavanca e etc, coisas que eles prometeram emendar já no patch day one do jogo. A única exceção de bug mais sério que encontrei foi um onde eu conseguia travar a IA dos inimigos, rapidamente reportei para os desenvolvedores que prometeram a correção antes do lançamento, mas mesmo esse era alguma coisa que topei por eventualidade e precisava ativamente querer bugar o jogo para atrapalhar a experiência, de forma universal é um jogo muito polido e vocês não devem encontrar nenhum problema na segmento técnica.

Mas e aí, Mortal Shell 2 vale a pena?

Todo bom souls-like precisa ser sólido em 3 pilares: combate, exploração e direção de arte. Mortal Shell 2 é extremamente sólido na exploração e combate, e apesar de algumas ressalvas, é competente em sua direção de arte também, fazendo desse o melhor Souls do ano até agora. O jogo marca todos os requisitos para entregar uma experiência sólida para fãs do gênero e se torna uma recomendação obrigatória para os amantes de um bom combate e exploração de mundo ingénuo.

Estudo feita com chave para PC cedida pela publisher. 

Resumo para Preguiçosos

Superando as limitações do primeiro jogo, Mortal Shell 2 subverteu as expectativas ao se tornar um dos melhores Souls-like do ano. O título se destaca por expandir sua mecânica de troca de “cascas” para um mundo ingénuo conectado, entregando um combate altamente polido, exploração recompensadora e ótimas lutas de chefes. Apesar de pequenas ressalvas no balanceamento de recursos e na variedade de cenários, o jogo é extremamente sólido e uma recomendação obrigatória para fãs do gênero.

Prós

  • Combate muito feito
  • Exploração recompensadora
  • Chefes divertidos e criativos
  • Bonito e muito otimizado

Contras

  • Falta balanceamento em certas coisas, uma vez que a coleta de ouro que é muito baixa
  • Cenários se tornam repetitivos

Fonte

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