Durante o State of Play, a PlayStation anunciou God of War Laufey.
Na notícia original já tivemos diversas informações, mas seguem mais algumas via uma entrevista com o site IGN e mais:
- Alanah Pearce, que deixou a Santa Monica Studio em 2024, revelou que foi a roteirista de God of War Laufey durante os quatro anos que trabalhou na desenvolvedora;
- O mundo em que Faey está é Todo-Tempo, que é a vida em seguida a morte dos deuses. “São todos uns idiotas”, diz Cory Barlog. “Literalmente, todos os deuses que existem em todas as mitologias têm uma relação terrível com o poder e com a forma porquê abusam dele. Quando você coloca todas essas pessoas – tipo um quadrilha de bilionários em uma ilhota – elas acham que vão ter uma vida feliz. Não, elas vão lutar entre si, vão viver em um estranho conflito porque estão presas em uma prisão”;
- Essa teoria é reforçada de forma violenta por dois inimigos notáveis, Sekhmet e Begtse. Levante último, um sujeito vermelho colossal, é o deus mongol da guerra. Ele é tão imponente que seu nome vem de uma termo mongol para armadura, e seu papel parece ser o de uma espécie de segurança do além para Sekhmet. Quanto a ela, é uma figura importante na mitologia egípcia, não somente mais uma diva da guerra, associada a pragas, vingança, medicina e ao sol. Ela foi criada por Rá, o governante egípcio da Terreno, do firmamento e do submundo, para punir a humanidade, mas exagerou e quase a exterminou. “Sekhmet ainda tem aquele tipo de seriedade, o ar tremendo, a domínio”, diz a diretora Ariel Lawrence. “Queríamos poder mostrar esse confronto direto, e que [Sekhmet e Begtse] se encontrassem”;
- Quando ao combate, “a era grega influenciou Faye”, diz Lawrence. “A era nórdica também. Portanto, voltar às nossas raízes de combate mais ágeis e fluidas, mas também manter nossos companheiros e nosso combate corpo a corpo mais intenso, foi um duelo. Uma vez que unir esses elementos e produzir alguma coisa que seja exclusivamente a face da Faye, sem deixar de ser um jogo da Santa Monica?”.
- “Para Kratos, a magia é uma instrumento que ele carrega no cinto. Com Faye, a magia faz secção dela”, diz Barlog. Ele explica que os poderes dela são mais parecidos com os de Freya e estão ligados ao mundo originário. “Há aquele momento na revelação em que ela pega a gládio e logo arranca a espírito daquele personagem, e você vê aquele ótimo efeito de câmera lenta para perceber que existe um poder ainda maior do que o mostrado antes. E esse poder só vai crescer e evoluir dentro deste mundo. É a teoria de que, nos reinos que exploramos, na Grécia e nos reinos nórdicos, a magia faz secção do ar. Ela existe ao nosso volta. Sua densidade é um claro nível nesses reinos. E, quando chegamos ao Todo-Tempo, a densidade da magia é amplificada milénio vezes”.
- Caso tenha perdido, o cubo Phranque tem a voz de Jack Quaid, planeta de The Boys. Faye logo descobre que a gládio vem com uma guardiã de fita encantada chamada Rue (dublada por Perlina Lau);
- Sobre o cubo, “ele faz secção das iterações desde o início. Phranque esteve presente em todos os aspectos do projeto”, acrescentou Barlog. “Para mim, é uma das partes mais importantes. Remova toda a fantasia, o design e os excessos, e o que resta é levante cubo muito simples, mas você o imbuí de uma luta incrível, além de sinceridade e uma personalidade real”.




