ShantyTown é um jogo relaxante de construção

ShantyTown é um jogo relaxante de construção

4 minutos 26/12/2025

ou: quando meu cérebro hiperativo finalmente sentou no solo, abriu uma caixinha de miniaturas e ficou feliz!

Eu comecei ShantyTown achando que ia jogar “só cinco minutinhos”, porque né… jogo relaxante, construção de dioramas, coisa fofa pra desligar a cabeça. Resultado: perdi completamente a noção do tempo, fiquei ajeitando casinhas imaginárias, mudando detalhes minúsculos e pensando coisas profundas do tipo “essa cadeira combina mais com esse cantinho do que com aquele outro”.

Desenvolvido por Erik Rempen, ShantyTown é exatamente aquele tipo de jogo que não grita, não ofídio, não acelera você — ele simplesmente te convida. E quando você entra… é difícil transpor. Principalmente se você tem uma mente meio caótica, enxurrada de pensamentos simultâneos, que normalmente não consegue relaxar nem vendo vídeo de gente limpando tapete.

Cá, milagrosamente, funcionou.

🏘️ O concepção: edificar pequenos mundos, sem pressão nenhuma

ShantyTown é um jogo sobre edificar dioramas. Pequenos cenários. Pequenas cidades. Pequenos espaços que não precisam ser perfeitos, só precisam viver. Não tem verba acabando, não tem meta absurda, não tem ranking, não tem alguém te dizendo que você está jogando falso.

Você escolhe elementos, posiciona, ajusta, observa. Repete. Ajusta de novo. Observa mais um pouco. E o jogo responde com calma, uma vez que se dissesse: “tá tudo muito, a gente tem tempo”.

E isso, pra mim, já é quase revolucionário.

Não é sobre otimização. Não é sobre vencer. É sobre galhofar de montar. Lembra quando a gente era moço e fazia cidadezinha no solo com o que tinha? Portanto. Essa é a vibe. Só que agora com um mouse (ou controle) e trilha sonora que parece um amplexo.

🧠 Jogabilidade: simples, repetitiva… e deliciosamente terapia

A jogabilidade de ShantyTown é propositalmente simples. Você constrói, rearranja, observa o resultado e decide se aquilo te agrada ou não. Não existe punição por errar, porque errar não existe cá. Tudo vira secção do processo criativo.

E olha que coisa curiosa: para um cérebro TDAH uma vez que o meu, que normalmente quer incitação novo a cada cinco segundos, esse loop não cansou. Pelo contrário. Ele virou quase um ritual. Um estado de foco tranquilo. Um hiperfoco do muito.

Jogadores no Steam costumam comentar exatamente isso: que o jogo funciona uma vez que uma espécie de “desligamento mental”, um tanto entre um brinquedo do dedo e uma utensílio de relaxamento. Não é vasqueiro ver gente dizendo que joga antes de dormir, ou depois de um dia pesado, só pra organizar pensamentos enquanto organiza dioramas.

Eu entendo perfeitamente.

🎨 Visual: miniaturas que parecem feitas à mão

Visualmente, ShantyTown é uma perdão. Tudo parece pequeno, quebradiço, quase artesanal. Os cenários têm aquele jeitinho de maquete, de cidadezinha que cabe na palma da mão. Não é realista — é afetivo.

As cores são suaves, os objetos têm personalidade e zero parece ofensivo aos olhos. É o tipo de visual que você consegue olhar por muito tempo sem cansar, sem sentir sobrecarga sensorial. E isso é fundamental num jogo tal qual foco é reparo e geração.

Cada diorama acaba virando um pequeno quadro. Uma cena congelada. Um “e se”. E você fica olhando, girando a câmera, ajustando um pormenor cá, outro ali… até sentir que tá bom. Não perfeito. Bom.

🎧 Som e clima: o silêncio que ajuda a pensar

A trilha sonora é discreta, calma, quase invisível. Ela não tenta roubar atenção. Ela existe para sustentar o clima. Sons suaves, música ligeiro, tudo pensado para não competir com o ato de gerar.

Isso transforma ShantyTown em um tanto muito próximo de uma experiência meditativa. Não aquela reflexão rígida de “esvazie a mente”, mas aquela em que a mente se organiza sozinha enquanto você faz um tanto simples com as mãos.

É quase uma vez que montar quebra-cabeça ouvindo música baixa. Só que do dedo. E com casinhas.

🗣️ O que o pessoal anda dizendo

Dando uma olhada nas avaliações de usuários no Steam, alguns pontos aparecem repetidamente:

  • O jogo é frequentemente descrito uma vez que relaxante e hospitaleiro

  • Muitos mencionam que ele ajuda a “desacelerar”

  • Jogadores elogiam a liberdade criativa sem punições

  • Alguns sentem falta de objetivos mais claros (o que, honestamente, faz secção da proposta)

  • É muito citado uma vez que “jogo pra jogar no próprio ritmo”

Ou seja: ShantyTown não tenta deleitar quem quer duelo competitivo ou progressão agressiva. Ele conversa com quem quer pausa.

🌱 Impressões iniciais (muito Magali mesmo)

Depois de jogar, fiquei com aquela sensação boa de quando você arruma um cantinho da lar só pra você. Não muda o mundo. Não resolve todos os problemas. Mas dá um consolação.

ShantyTown é superlativo na delicadeza. Ele exagera no zelo. Exagera na calma. Exagera na teoria de que videogame também pode ser um espaço seguro pra viver sem cobrança.

E isso, sinceramente, me ganhou.

⏳ Desenlace provisória

ShantyTown é um jogo pequeno, mas com uma intenção enorme: oferecer um espaço de geração sem julgamento. Um lugar onde montar dioramas vira um manobra de atenção, carinho e sota mental. Lembrando que o jogo será lançado em abril de 2026.

Nossa experiência inicial foi extremamente positiva, mormente para quem gosta de jogos cozy, contemplativos e criativos.

👉 Importante lembrar: leste é um texto de JOGAMOS, fundamentado nas primeiras horas com o jogo. No lançamento teremos uma estudo completa de ShantyTown, explorando com mais profundidade suas possibilidades criativas, impacto emocional e tudo o que ele ainda tem a oferecer.

Fonte

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